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 Divisão de Inteligência de Konohagakure

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MensagemAssunto: Divisão de Inteligência de Konohagakure   6/10/2015, 00:33



Divisão de Inteligência de Konohagakure

A Divisão de Inteligência de Konoha (木 ノ 葉隠れ 情報 部, Konohagakure Jōhōbu) é uma das muitas organizações em Konohagakure.
O edifício é situado dentro da zona central da aldeia, trata-se de um prédio de madeira com poucas janelas e uma grande estrutura interna. Não há recepção no local, apenas a vigilância revezada de ANBUs. Sendo um abrigo de assuntos confidenciais, somente pessoas autorizadas passam por aqui, um detalhe a ser dito é que antes mesmo de entrar, um shinobi sensor é responsável pela verificação de chakra do visitante, se aprovado ele é permitido entrar, caso contrário é dispensado imediatamente do ambiente.



Sala de Tortura e Interrogatório

Após aceder ao interior do prédio, uma grande sala se dispõe para consultas confidenciais da vila. Shinobis com informações valiosas são investigados aqui e se preciso torturados, a vigilância é constante e todo cuidado com o vazamento de informações é rigidamente seguido.

Um dispositivo semi-circular ligado à um balcão de mesma forma, está ilustrado por sequências de kanjis espaçados entre si, eles formam linhas circulares onde shinobis podem interagir com suas mãos e efetuarem jutsus para interrogatório e pesquisa. O interrogado pode ser colocado no espaço interior do dispositivo, com sua cabeça para fora permitindo assim que os interrogadores o avaliem.

Sob uma mesa circular, ao canto da sala, habita um equipamento especial aos cuidados da divisão de inteligência da aldeia:


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Alcunha Demônio da Névoa
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MensagemAssunto: Re: Divisão de Inteligência de Konohagakure   7/2/2016, 22:46

Seus pés abruptos colidiram com o chão na tentativa de refrear aqueles que o traziam, embora não falasse nada ele deixara claro que sabia se movimentar por conta própria. Suas mechas desciam pelo rosto encobrindo-o em parte, o genin nem ao menos preocupou-se para que lado o levavam. Não havia motivo para sorrir, nem para falar, decidiu então permanecer calado observando de espreita a ação por entre os fios de seu cabelo.

Após alocarem-no a uma estranha máquina, o garoto sentiu seus membros imóveis, exceto pela cabeça que saltava para fora mantendo-o apto para respirar e encarar as figuras que ali se depositavam. Um sujeito louro se aproximou, proclamando qualquer pergunta que fora ignorada pelo garoto, suas vestes intelectuais e olhar rubro sequer causavam abalo emocional no garoto, que insistia em manter a perdição do olhar em direção a qualquer parede. Numa dessas apresentações, escutou o homem convocar uma terceira presença para aquela cena. Hinogari era seu nome, parecia ser uma secretária ou assistente do tal interrogador, seus cabelos azuis logo se transformaram num atrativo para o Uzumaki, seus olhos insistiram em fitar os dela enquanto um sorriso discreto formava-se ao canto da boca do rapaz. A esta altura, sua atenção dispensava qualquer comentário daquele outro, parecia estar ciente do que era submetido, mas não importava-se, ele sabia o que fizera e não indicava sinais de arrependimento.

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Alcunha Demônio da Névoa
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MensagemAssunto: Re: Divisão de Inteligência de Konohagakure   8/2/2016, 16:05

Treino de Constituição Mental

Ao longo desses anos quem poderia imaginar que o garoto teria chegado tão longe somente por uma espada, "tão longe" talvez fosse modo de dizer, sua bandana ainda indicava-o como um genin, embora tivesse feito dois cadáveres por suas mãos. A resposta para tal motivo ele conhecia bem, iria se tornar o mais apto espadachim da névoa que esse mundo já teve. As consequências desta ambição nem ele mesmo sabia, tudo o que se lembrava era de sua vida após os quatorze anos de idade, sendo criado por um homem que auto-intitulava-se como seu tio. De onde eu vim afinal?

Uma das vozes o despertou daquele devaneio, a mulher que acompanhara Inogaru impusera seu comentário definitivo que o colocaria agora numa sessão de interrogação. Kai virou-se para ela e sorriu diante de suas palavras. - Honogari, não é? Enfim, o doutor tem alguém que pensa consigo. Pena que o propósito dela seja só ficar olhando, eu mesmo preferiria que ela me interrogasse. - Falou em tons serenos ainda fitando a mulher.

Por um momento seu chakra palpitou, o homem loiro viria a pousar sua mão à cabeça do jovem, um contato físico que poderia ser uma ponte para o genin conduzir chakra magnético até os óculos do Yamanaka e assim espreme-los contra os olhos do mesmo. Contudo, aquilo ficou apenas como um desejo, já que até mesmo o próprio estava curioso do quê poderiam encontrar lá dentro. Graças à sua perda de memória, sua história tinha meio, mas não um começo. Vir para Konoha investigar as raízes de seu clã fora um dos motivos para a investigação de seu passado, embora as respostas obtidas ainda não fossem o suficiente para compreender sua aparição. Ao menos nesta viagem conhecera Akame Uzumaki, será que ela teria alguma ligação com isso tudo?

De repente, a escuridão encobria sua consciência. Era como se visse em um ambiente inóspito e sombrio, um salão sem saídas aparentemente. Ao centro desta cena, uma vela fixada sobre uma mesa de madeira entonava uma luz fraca entre as sombras do local. Naturalmente a atenção do garoto fora atraída para aquela chama, era como se ela lhe chamasse para mais perto. Ele atendeu seus instintos e foi até a vela, de passo em passo, com calma e ceticismo ponderou sua mão sobre a flâmula alaranjada. Mas algo parecia estranho, a chama nem ao mesmo ardia em sua pele, não tinha alma, exatamente como o garoto. O que ele estava fazendo ali? As perguntas eram muitas e as respostas, poucas. Desesperadamente voltou-se à uma das paredes do salão escuro e passou suas palmas por entre a superfície da mesma, buscava por uma quebra súbita do cenário que pudesse levá-lo a um outro lugar, qualquer lugar. Por minutos persistiu, perdendo a conta de quantas vezes tivera contornado o local em busca falha de uma saída, estava preso e sem conhecimento de onde poderia estar.

- Onde está essa merda? - Frustrou-se.

Foi então que desceu o olhar para si mesmo, notando estar completamente nu e sem a companhia de sua katana. Era a única presença no local, sem ajuda e sem alguém para conversar tudo o que podia fazer era visualizar a vela, aquela estranha e fraca vela que nem mesmo era capaz de alcançar sua luz às paredes do ambiente. Depois de um tempo, frustrado por não encontrar nada, o garoto acostou-se à mesa e então pode se recordar do último lugar em que estivera. A espada... A vila... Os ANBUs... O que estivera fazendo até então era o que seu tio faria? Por um instante a vela cintilou e pareceu expandir a área de alcance da luz.

- O quê? - Surpreendeu-se. Ao que parecia, aquilo se tratava de um genjutsu, embora não houvesse sequer sinais de que aquele local iria afetá-lo fisicamente, era mais como um purgatório.

O jovem concentrou-se novamente, buscando respostas para suas memórias mais recentes, os motivos pelo quais o trouxera ali. Sua mente, frenética, lutava contra sentimentos negativos que pareciam querer afligi-lo na solidão daquele ambiente, ele estava focado apenas em encontrar respostas, mesmo que um pouco atordoado. Onde estou? Como vim parar aqui? A vela de alguma forma estava conectada à si, pois a cada novo esclarecimento, sua luz expandia, iluminando as paredes que aos poucos revelavam a existência de alguns desenhos. Sangue, morte, ruínas, destruição, estes eram algumas das ilustrações presentes nelas, mas nada chamava tanto a atenção quanto um símbolo espiral reservado ao epicentro das imagens. Algo assim ele já tinha presenciado em algum lugar, talvez um templo que visitara em Konoha.

Mais uma vez a luz expandiu e voltou a ter a atenção do genin completamente para as paredes do local. A chama é meu conhecimento...? Sim, parecia haver uma ligação entre ambas, a cada nova lembrança, uma parcela do salão era revelada, trazendo consigo imagens perturbadoras de uma história sangrenta e caótica. Casas em chamas, pessoas correndo e sendo assassinadas, um espetáculo de horror para quem o vivenciasse, tudo aquilo era surpreendente para o genin, mas de alguma forma familiar. Insistindo nisso, o garoto buscou desvendar o último dos desenhos, uma orbe de padrão espiral que esmagava alguns outros homens. O que é isso? Então, antes mesmo que pudesse captar os detalhes da imagem, o salão encobriu-se de névoa e abriu um abismo debaixo dos pés do Uzumaki. A queda interminável despertava a curiosidade do garoto, porque ele viera até ali? Sua mente estava menos nebulosa, mas ainda sim inapta para uma verdade consequente, o que teria por trás daquelas mensagens eram um mistério, contudo, certamente o jovem as tinha em seu sub-consciente e isso poderia significar que as lembranças de um passado esquecido pudessem ser a chave e o motivo pelo qual o garoto buscava incansavelmente se tornar um espadachim da névoa.

A esta altura, Inogaru deveria estar revirando sua mente como podia, algo que não se mostrava muito dificultoso devido ao conhecimento pífio do genin sobre si mesmo. Ele não sabia bem como explicar, estava em um sonho ou algo do tipo, uma ilusão que parecia não caber um genjutsu qualquer. No fundo, ele poderia ter os motivos pelo quê procurava, mas o quê ou quem teria as respostas eram-lhe sua maior ambição. Certamente naquela sessão o garoto não despertaria mais da mesma forma, agora ele tinha um propósito: Iria investigar seu clã e conversar com aquela garota, algo dizia que ela poderia saber o que Kai não sabia. Não importava quem ou quê ficasse em seu caminho, sua necessidade era única e ele não a deixaria escapar novamente por entre o vão de seus dedos.

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OBS: Segundo a regra, posso treinar em qualquer lugar, então resolvi me aproveitar da investigação e realizar um treino de constituição mental. Acredito que seja válido.


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MensagemAssunto: Re: Divisão de Inteligência de Konohagakure   9/2/2016, 21:49

Aos poucos sua consciência retomava seu estado original, a visão turva do ambiente era dispersada agora que a cabeça do garoto voltava-se para cima graças a uma força externa. A primeira pessoa que visara era a assistente do investigador, que num semblante audacioso permanecia a encarar o jovem com algumas palavras em tons de ameaça.

- Nossa...! - Surpreendeu-se - Esse olhar te deixa ainda mais sexy! - Provocou-a num semblante de malícia, enquanto a mesma dava-lhe as costas. Aquela mulher tinha algo que chamara a atenção no garoto, quem sabe pudesse trabalhar para ele algum dia.

A investigação fora curta, todavia maçante. Os ANBUs se aproximaram e encarregaram-se de retirar o garoto daquela máquina estranha, botando-o de pé logo em seguida. Nesse meio tempo, Kai não podia parar de pensar naquilo que vira enquanto estivera "dormindo". Permanecer naquela escuridão de sua consciência o botara num patamar questionável a respeito de tudo o que fizera até agora, será que estava tomando o rumo certo? De qualquer forma, já tinha em mente qual seria seu próximo objetivo.

- Ei. Quando vão devolver minhas coisas? - Questionou um dos mascarados enquanto paciente na sala de espera.

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MensagemAssunto: Re: Divisão de Inteligência de Konohagakure   9/2/2016, 23:29

Dois deles relincharam feito mulas assim que a pergunta foi lhes dirigida, pareciam tirar sarro da cara do garoto que até o momento permanecia quieto, aguardando uma breve resposta do paradeiro de seus itens.

Assim que foram informados por um dos funcionários do local, o garoto pronunciou algumas palavras, num tom alto e claro, porém sereno. - Tão rindo de quê? - Indagou-os, se aproximando em passos lentos enquanto fitava seu olhar vazio num deles.

- Talvez seja pelo fato engraçado de que alguém que treina a vida inteira para vestir a farda de ANBU e ter suas habilidades reconhecidas por Konoha, é capaz de morrer por um garotinho que acabou de se formar na academia. - Parou em frente de ambos. - Eu acho engraçado, talvez seus amigos também pudessem achar se não tivessem suas gargantas dilaceradas pela kunai de um destes garotinhos. Sabe, eu até posso perder minha cabeça, pelo menos não vou perder minha dignidade. - E encerrou, voltando-se a qualquer parede que pudesse escorá-lo enquanto no aguardo de uma nova autoridade, qualquer comentário dirigido a ele após isso, simplesmente seria ignorado, para ele já não havia mais sentido em falar com ANBUs que morrem para Genins.

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MensagemAssunto: Re: Divisão de Inteligência de Konohagakure   12/2/2016, 16:02

Treino de Controle de Chakra, Velocidade e Jutsu

Era tarde quando os ANBUs resolveram deixar a sala às custas de Kai. O garoto seria mantido ali até a confirmação de seu superior, o próprio Mizukage, dizem que ele viria à Konoha para participar da avaliação do exame chunnin, algo que o garoto já almejava ha tempos atrás. Devo ficar forte, pensou, somente assim terei a chance de provar ao Mizukage meu poder e então virar um chunnin. Se estivesse certo, logo o chamariam à julgamento, tudo o que podia fazer agora era esperar, então, porque não treinar?

Naquele mesmo minuto decidira que iria aperfeiçoar suas habilidades, com o tronco reto e os dois braços ao alto, Kai expeliu para fora de si toda a preguiça e má disposição que seu corpo tivera acumulado graças à imobilidade que fora submetido na máquina de interrogação. Seus nervos estalaram, um bocejo foi efetuado involuntariamente pelo genin, não havia sensação melhor. Toda aquela indisposição transformava-se agora em seu antônimo, graças à uma sessão de alongamentos de braços e pernas que o genin fizera em seguida, eliminando de vez os empecilhos que o impediam de suar a camisa, chegara a hora de se superar.

Um desvio de seus globos oculares foi o suficiente para notar o móvel estofado em um dos cantos daquela sala, Kai sabia que aquele sofá poderia ser útil em seu treino de mobilidade, era hora de testar esta teoria. Com serenidade, alocou suas mãos em uma das extremidades do estofado e impulsionou para a frente, exercendo força em seus braços, mas voltando-se principalmente ao uso das pernas, onde a força estaria mais concentrada a fim de sustentá-lo no movimento. Lentamente colocou um pé a frente do outro e empurrou o sofá pela sala, realizando um circuito em proximidade às paredes.

Um exercício simples e prático, mas que depois de certo tempo começava a exigir mais do desempenho muscular do garoto. Suas coxas contraíam-se e esticavam lentamente, trabalhando de maneira minuciosa os músculos da perna que o ajudavam no movimento. Depois de vinte minutos de um circuito lento e ruidoso, o genin era capaz de sentir a ardência muscular subindo-lhe às costas. Estava ofegante e já havia exigido muito de seus membros, era hora de descansar e retomar o fôlego. De toda forma, estava feliz por ter feito aquilo, sentia que a cada treinamento seus membros tornavam-se mais fortes e resistentes, ele estava enfim evoluindo.

Por fim, aproveitando-se da retomada de fôlego, Kai cruzou as pernas e entrou em posição de meditação. Seus olhos pairavam sobre o nada, mergulhando-o num devaneio profundo que consistia em buscar a essência de sua energia física e mental para focar em determinado ponto, um garrafão de água que parecia esquecido a qualquer canto da sala. Seu objetivo seria gerar ondas no interior do recipiente através do seu fluxo de chakra, enviando uma parcela precisa para que a água sentisse as vibrações da energia.

Após algum tempo acumulando chakra, o genin tocou a superfície do garrafão e fez um filete de sua essência mental e física brotar de sua mão, alimentado por um fluxo constante que subia do peito para o punho. Uma vez tendo estabelecido contato físico com o artefato, expeliria ondas de chakra que visariam afetar o líquido presente no mesmo. E assim foi feito, depois de alguns segundos estimando o trajeto daquela aura azul, o garoto pode mover seu chakra entre uma superfície e outra, dando ênfase ao movimento das águas que viriam a ser movidas graças ao controle contínuo de chakra do Uzumaki. Consegui! Pensou, mesmo para uma primeira vez, aquilo era simples, mas exigia concentração, algo que o genin dedicara desde o momento em que se pusera à meditar.

Por fim, havia algo que queria testar ainda antes de finalmente se debruçar sobre o confortável sofá. Kai imaginara uma técnica onde pudesse aumentar seu desempenho móvel através de seu chakra de natureza vento. Tal movimento consistiu numa nova sessão de meditação, com cuidado expandiu o alcance de seu chakra para a extensão de seus braços e pernas, moldando uma camada que visaria cobrir todo seu corpo. Em seguida, levantou-se ainda mantendo-se ao controle da natureza vento e então aderiu forma aerodinâmica à armadura. A dispersão do ar não o possibilitava respirar, todavia, serviria de outro propósito: Correr. Utilizando de todo o espaço que pudesse, Kai tracejou um circuito retilíneo diagonal pela sala, cruzando-a em poucos instantes, estava muito mais veloz e isso fora mais do que o suficiente para faze-lo sorrir.

Ao fim do treino já não tinha mais forças para ficar em pé, aquele sofá era tudo o que desejava depois de alguns goles de água. Exausto e não pensando em outra coisa, Kai se despejou sobre o leito do estofado e adormeceu ali mesmo, buscando descansar de todos os eventos que passara até então.

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Obs: Conforme conversa com o Narrador no chat, sei que na sala há um garrafão de água, um banheiro e um sofá, não me vejo sem motivos para usá-los em meu treinamento.

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MensagemAssunto: Re: Divisão de Inteligência de Konohagakure   13/2/2016, 15:13

Treino de Controle de Chakra, Velocidade e Jutsu

Depois de descansar ao leito daquele estofado, Kai sentia-se rejuvenescido e pronto para mais uma nova sessão de treinos.

Inspirado pelos exercícios anteriores, deu inicio a uma nova etapa de alongamentos e aquecimentos. Começou com os braços ao alto e o tronco reto, repetindo o que havia feito na noite anterior, alguns segundos assim foram o suficientes para começar a eliminar o ácido láctico que se acumulava entre suas articulações. A ardência muscular já não era mais um empecilho para si, talvez estivesse começando a se adaptar aos exercícios físicos. Decidiu, por ora, em começar alguns polichinelos, que levaram cerca de dez minutos para se completarem, o que daria espaço para uma sessão de flexões de joelho que colocariam um fim na etapa de alongamentos e aquecimentos.

Chegara a hora em que decidira usar o sofá novamente como utensílio de treinamento, sabendo de sua função foi até ele e posicionou suas mãos ao braço do mesmo, de modo que utiliza-se suas pernas para movimentar-se enquanto empurrava o mesmo pela sala. O circuito anti-horário buscava não só o desempenho muscular de todo o quadril do garoto, como também de suas pernas que forçosamente trabalhavam para arrastá-lo em todo o trajeto circular que se formava naquela sala. Enquanto atritava o móvel com o chão, Kai lembrou de ter visto uma espécie de jarro na divisão de interrogatório, era um equipamento ornamentado com um Kanji estampado em sua frente, isso o fez questionar qual o verdadeiro poder de Konoha. Puff, puff! Duas bufadas de ar o colocaram novamente frente a realidade, já havia feito um bom caminho por sinal, seus pés tremiam em cada solado, buscando forças inevitáveis para mante-lo firme enquanto empurrava aquele estofado pela sala. Depois de mais alguns passos dolorosos, o genin resolveu dar um tempo no treino de mobilidade, para retomar o fôlego.

- Ffuu... Isso é realmente maçante... - Deu um gole daquela água que lhe fora disponibilizada.

O exercício era algo a não ser subestimado, em primeira vista poderia ser algo muito simples e disperso, empurrar um sofá não apresentaria um desempenho tão bom quanto treinar com equipamentos próprios para aperfeiçoamento de mobilidade, contudo, aquilo era tudo o que o genin possuía, não podia se dar o luxo de ficar apenas parado, era necessário evoluir. Com este pensamento, moldaria um semblante confiante para a execução de um novo circuito, focando passo por passo de forma que pudesse desempenhá-los da melhor maneira possível. Suas coxas contraíam-se e esticavam lentamente, trabalhando de maneira minuciosa os músculos da perna que o ajudavam no movimento. Após dez minutos de um circuito lento e doloroso, o genin era capaz de sentir a ardência muscular expandindo em toda a extensão das pernas. Estava ofegante e já havia exigido muito de seus membros, era hora de descansar.

Jogou-se sobre o sofá que vinha arrastando até então e cruzou as pernas, simulando a posição de meditação. Suas pálpebras fecharam-se lentamente, ele busca em si a essência a energia que habitava em seu corpo para moldá-la externamente. Desta vez o concentraria na região de sua testa, sua expectativa era formar uma esfera de chakra que flutuasse diante do mesmo, uma vez tendo feito isso poderia se satisfazer de sua busca naquele dia pelo controle de chakra certo.

Não demorou muito para que o chakra fosse emanado do corpo do garoto, formando camadas de aura que aos poucos se formavam na região de sua testa, aderindo aos poucos uma forma mais esférica e estável. Ainda de olhos fechados, o garoto focou-se no controle de seu sistema circulatório de chakra, os tanketsus. Assim sendo estabeleceu um fluxo mais contínuo na proximidade de seu pescoço e que seguiria rente a cabeça até chegar enfim à testa, ali concentraria toda sua atenção para estabilizar cada vez mais a esfera. Após algum tempo acumulando chakra, o genin soltou um suspiro longo e finalmente alcançou a forma desejada. Uma única esfera flutuava em sua testa oscilando vibrações daquela aura azul que nela era infundida, bastou abrir os olhos para que ela se desfizesse e o garoto encerra-se por fim seu treino de controle de chakra.

Seu último movimento consistiu na manutenção de uma nova técnica, algo simples e que pensara enquanto fazia suas sessões de aquecimentos. Kai levou a mão ao garrafão de água e o infundiu com seu chakra magnético, em seguida tocou a superfície de sua bandana e a infundiu com o mesmo chakra. Um princípio simples de magnetismo que iria resultar na atração entre o objeto menor para com o maior, neste caso a haste de sua bandana voltaria-se ao garrafão. Kai daria a esta técnica o nome de "Bússola".

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Obs: Recuperei os status por dormir no post anterior.

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MensagemAssunto: Re: Divisão de Inteligência de Konohagakure   15/2/2016, 18:20

Treino de Velocidade

Determinado em romper as fronteiras de seu velho eu, Kai mantinha em si um olhar confiante, sabia o que iria fazer hoje e acreditava que isso o levaria um nível acima em termos de habilidade. Passando os olhos pelo quadrante da sala, o único pedaço de chão que podia andar no momento, notou que não havia mais qualquer outra coisa que pudesse usufruir em seus treinos senão pelo sofá, o galão de água e o banheiro. - Pois bem... Hora de improvisar.

Retirou sua veste superior, um manto velho retalhado em alguns furos feitos por kunais, mas que ainda sim serviria à sua nova função. Firmemente, delineou-o ao galão com a borda do manto retorcido e finalizou com dois nós simples e contrários, era de necessidade que aquele recipiente permanecesse firme enquanto amarrado à sua corda improvisada, pois agora ele seria usado como equipamento de treino para o garoto. Posicionando-o às costas do sofá, Kai passou o tecido por cima e o amarrou em seu calcanhar direito, ficando de costas ao móvel, assim quando movesse sua perna para a frente o galão subiria nas costas do sofá e geraria uma força contrária ao pé do garoto, exigindo que o mesmo forçasse sua perna para se manter em equilíbrio.

Tudo pronto, restava sua rotineira sessão de aquecimentos e alongamentos pré-treino. Começou pelo mesmo exercício que já almejava, deslocando seu pé para frente e para trás, lenta e cautelosamente. A sequência demonstrava ser um aquecimento, visto que a força aplicada não era a que se esperaria em aplicar num treinamento sério. Kai estava apenas dando movimentação à seu membro, sem exigir muito dele para que apenas pudesse esquentar os músculos antes de realmente trabalhá-los. Em seguida foi a vez do outro, com um leve flexionar de pernas o garoto pode atingir a proximidade necessária para desamarrar a corda do primeiro pé e torneá-la no segundo. Convicto, voltou a mover lentamente aquele membro até que pudesse sentir a ardência muscular exercendo pressão no exercício.

Decidiu finalizar com um polichinelo, onde efetuaria saltos consecutivos ao estalar junto ambas as palmas das mãos. Um, dois, três, cada novo salto vinha acompanhado de uma bufada de ar, tornando-o ofegante à medida que prosseguia com tal. Tal era sua concentração nos treinos, que Kai mal podia notar que estava sob supervisão ANBU, enquanto pudesse treinar, aquilo não o atrapalharia. - Vamos em frente... - Pronunciou retomando as amarras do tecido em seu calcanhar.

O suor ainda não marcava presença, mas era nítido o calor que seu corpo exercia, formando pequenas zonas de transpiração ao longo das axilas. Contudo, isso era apenas o começo de uma longa sessão de empenhos e repetições dolorosas que em breve seguir-se-iam. Começou por uma puxada longa e lenta, obtendo impulsão da contração de músculos em sua perna, as coxas torneavam-se devido ao esforço nelas retido e agora sua outra perna começava a exercer trabalho para sustentá-lo em equilíbrio. Incrível, pensou, esse exercício embora simples, exerce funcionalidade em diversos músculos da minha perna. Continuar assim poderia ser exaustante, mas era para isso que o garoto suava, seu empenho em tentar sobre julgar a dor era tamanho que seus músculos pareciam se energizar, arrancando suor de cada nova repetição. Uma, duas, cinco, dez, aos poucos sentia-se como se sua perna fosse ceder à pressão imposta pelo galão, duas gotas de suor escorreram pelo seu rosto quando o mesmo decidira que aquele número já estava bom. Uma perna foi, agora a outra, mas não antes de um breve descanso.

Não havia dúvidas de que aquilo era desgastante, Kai treinara muito para que chegar até ali e já possuía uma evolução considerável se comparasse o se eu atual com o seu eu de academia. Muitos treinos demarcaram seu caminho até então, era um orgulho chegar tão longe, embora o caminho ainda fosse longo e demonstrasse ser tão maçante quanto. Pois bem, sua mente voltava-se novamente ao enfoque do treino, sujeito a uma nova sequência de repetições.

"Vou conseguir" Esse pensamento martelava em sua cabeça a cada nova puxada, o galão parecia pesar cada vez mais. Suor, dores, inspiração, tudo isso rondava a mente do garoto naquele momento, nada mais que frutos de seu árduo treinamento, as flexões e extensões musculares eram constantes, sustentando-o em ambas as pernas para que não perdesse o equilíbrio. Sua boca balbuciava um novo número em cada movimento, relatando as repetições constantes para si mesmo como forma de incentivo, em certo momento tivera alcançado a casa dos trinta, partindo em direção aos quarenta, estava ofegante e por ali decidiu parar. Precisava de fôlego, ainda que as séries fossem tão rápidas quanto seus tempos de descanso ele sabia que aquilo era necessário.

De boca seca, resolveu hidratar-se com aquele mesmo galão que usara até agora em seus treinos. Deu três longas goladas e sentou-se ao estofado, expelindo em alguns suspiros o ar acumulado em seus pulmões. Foi aí que lembrou-se de seu velho parceiro de treino, o próprio sofá, um dos únicos objetos que pudera improvisar para aperfeiçoamento de sua mobilidade enquanto estivera preso nos confins daquela estrutura já entediante.

Como o habitual, voltou-se à borda do sofá e apalpou suas duas mãos sobre o braço do mesmo. Iria fazer exatamente o que fizera na noite anterior, com um diferencial: Desta vez já carregava os resultados do treino anterior com o garrafão. Enfim, começou logo empurrando o sofá adiante, formando o mesmo circuito que insistira em seus treinos anteriores. Os principais músculos atuantes deste exercício eram os da panturrilha, estes trabalhavam como nenhum outro, sobrepondo uma perna após a outra e moldando o trajeto circular que o garoto formava. Mesmo rangendo os dentes o garoto prosseguiu, efetuando o circuito de maneira contínua, parecia até mesmo que suas pernas estavam tão robustas quanto antes, talvez fruto da expansão muscular causada pelo aquecimento gerado pelos exercícios anteriores.

O trajeto anti-horário cumpria seu papel, trabalhando as panturrilhas do jovem como também seu quadril, exercido em cada passada necessário para rabear o sofá na direção circular. O atrito causado pelo móvel era constante, levando consigo a carga de toda a força imposta em si, claramente do outro lado disso havia Kai em sua respiração ofegante e face inundada por suor.
Já havia feito um bom caminho por sinal, seus pés tremiam em cada nova passada, buscando forças inevitáveis para manter-se firme enquanto empurrava aquele estofado pela sala. Depois de mais alguns passos dolorosos, o genin resolveu dar um tempo no treino de mobilidade, para retomar o fôlego.

Ele sabia que mesmo pela terceira vez efetuando aquele treino, suas pernas ainda sofriam para carregarem o móvel. Era incrível como um artefato doméstico pudesse ser tão útil. Após dizer para si algumas palavras de motivação, moldou em si um semblante confiante e voltou-se ao exercício, efetuando um solado contínuo e esforçado, cada passo arrancava de si sua vontade em tornar-se mais forte, uma convicção de arrepiar. As coxas contraíam-se e esticavam lentamente, trabalhando o mais minuciosamente possível os músculos da perna e do quadril, podia-se ver as veias saltando nas extremidades de sua testa e os dentes rangendo. Após quinze minutos de um circuito lento e doloroso, o genin era capaz de reconhecer toda a ardência muscular expandindo na extensão de suas pernas. Suas respirações eram rápidas e pausadas, era hora de descansar e dar fim ao treinamento.

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MensagemAssunto: Re: Divisão de Inteligência de Konohagakure   15/2/2016, 23:19

Mal pode notar a figura corpulenta que adentrava a sala, sua mente estava totalmente voltada no desempenho de seu treinamento, uma prova a mais do quão grandiosa podia ser sua concentração em momentos necessários como aquele.

- Huh? - Uma das palavras pronunciadas pelo sujeito lhe chamara a atenção, ao que parecia estava livre, pelo menos sob certas condições.

- Ah... Sim. - Replicou, um tanto quanto despreocupado. Após recuperar suas tralhas, seus passos o levaram para fora, finalmente para fora, foram um ou dois dias, mas que lhe atrasaram nos treinos para o exame chunnin.

Quando enfim chegou ao outro lado, estendeu sua mão direita para cima enquanto dava as costas aos guardas. - Valeu bundão - Disse ao grandalhão.

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MensagemAssunto: Re: Divisão de Inteligência de Konohagakure   4/2/2017, 22:42

Cheguei até o local onde ficava a Divisão de Inteligência. Era a primeira vez que iria me interagir com algum membro daquela organização. Isso se por ventura eles me deixarem até mesmo chegar perto. Eu esperava que sim, pois fazia parte da missão.

Ao me aproximar do edifício, como esperado um guarda me abordou e indagou o motivo da visita. Em resposta, mostrei o pergaminho da missão e expliquei que meu clone estava patrulhando as extremidades da aldeia. E, enquanto isso, eu iria passar as informações para os membros dessa Divisão para assim ganharmos tempo se ocorresse um atentado.

O homem ficou pensativo por uns instantes, mas logo concordou em cooperar e me pediu continuar a observar o que acontecia lá fora. Onde o meu clone continuava a patrulhar.

Fiquei cerca de duas horas ali, mas não houve nada para notificar. Um dos guardas percebeu que eu tava começando a ficar entediado, então me sugeriu ir até o Gabinete do Hokage para pedir a ajuda de um dos guardas dali.

Aceitei o conselho e sai do local para voltar aqui mais tarde.


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MensagemAssunto: Re: Divisão de Inteligência de Konohagakure   16/7/2017, 13:10





Freed chegava na frente da divisão de inteligência de Konoha, e sem ligar entrou no local. Rapidamente foi parado por Anbu's que espreitavam o local, perguntando o que ele queria. Freed sem mais, jogou o corpo do homem que ele capturou no chão, na frente dele, e então falou: - Só vim deixar esse peso morto. É um ninja inimigo que estava controlando outras pessoas por meio de Genjutsu, para fazer eles atacarem tudo que via pela frente. Não sei porque ele fez isso, assim como também não sei quem ele é. Apenas sei que ele é usuário de Genjutsu e de Doton. Estrategista, e seu nome é Suikitsu Gentsu. Enfim, façam o que quiser com ele. Minha missão já foi terminada, e se não quiserem retirar informações dele, eu irei mata-lo, já que minha missão não me especifica se ele tem que estar vivo ou morto. Os Anbu após ouvir a resposta do garoto, responderam que eles vão ficar com o inimigo. Um deles então pegou ele e sumiu. Ficando ali agora, apenas Freed e o Anbu. Freed então falou mais: - Ele está com veneno no corpo. Nem sei se vai ficar vivo. Então retirem antes de qualquer coisa, ou ele morrerá. Dito isso, sem esperar uma resposta o garoto se virou e se retirou do local, seguindo até o Posto de Atribuição de Missões, para entregar o relatório e retirar sua recompensa.


Considerações:
- Eae Convidado curioso, de boa? rsrsrs.


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MensagemAssunto: Re: Divisão de Inteligência de Konohagakure   

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Divisão de Inteligência de Konohagakure
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