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Casa Suyo

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Re: Casa Suyo

MensagemPostado por Kusanagi em 17/12/2015, 22:19


Treino de Constituição Mental

- Suyo, você já chegou ?

Disse batendo na porta. Eram por volta de oito da noite. A porta rangeu, e se abriu, lentamente. Isso me assustou um pouco, afinal, o Suyo nunca deixaria a porta da sua casa aberta. Mas, ele deve ter tiro apenas um dia corrido. Sua casa estava escura, o que eu levei a conclusão que ele não estava lá. Fechei a porta levemente, e me retirei até o corredor, até o momento em que parei por um instante.

- Se fosse o contrário, o Suyo provavelmente cuidaria da minha casa.

Retornei com passos lentos até sua casa. Procurei a luz mais próxima, e decidi não invadir muito sua privacidade. Decidi ficar apenas no comodo central, ou como dizemos popularmente, sala. Estava realmente uma bagunça, e comecei a agilizar as coisas levemente. Organizar o que podia, como por exemplo os copos e pratos que estavam espalhados.

- Será que ninjas realmente precisam ficar fazendo isso? Que coisa chata ...

Por um momento decidi refletir sobre o caso. E se fosse uma missão de espionagem? Meu pai já fez uma dessa, pelo que me lembro de suas conversas. Eu realmente seria péssimo nisso, afinal, uma pessoa que está acostumada a fazer essas coisas não ficaria reclamando, e sim funcionaria como uma rotina.

Minha vontade tinha se tornado outra, eu estava focado em ajeitar aquela sala como uma pessoa que faz isso todo dia. Eu tinha uma ótima pessoa como inspiração. Minha mãe. Eu apenas tinha de imitar ela, nos afazeres.

Comecei pelo chão, procurei os mínimos defeitos no chão. A sala, continha muitos restos de comida, como daqueles que comemos com pressa. Fui juntando as migalhas em minhas mão, o que demorou um tempo que eu realmente não achei que demoraria. Por volta de 7 minutos, para tirar apenas as migalhas de um pão. " Isso vai demorar uma eternidade  " eram pensamentos que corriam em minha mente. Porém, isso não podia passar por lá, afinal, em uma missão, qualquer expressão poderia me entregar. Decidi fazer algo que minha mãe fazia muito. Cantar.

Algumas músicas corriam pela minha mente, e eu tentava assoviar as mesmas em tons parecidos. Não ficou muito parecido, porém, eu decidi insistir. De certo modo, depois de repetir a mesma música três vezes, pude ver que fiquei melhor naquilo. Quando fui ver, o chão da sala estava limpo e minha mão cheia de migalhas. Procurei o lixo mais próximo, e quando fui ver estava sem nada para apoiar o lixo, apenas o móvel. Com uma mão, procurei a sacola mais próxima que estava jogada em cima do balcão. Foi relativamente difícil fazer aquilo com apenas uma mão, porém eu consegui. Joguei as migalhas no lixo, e pude me voltar ao balcão que achei a sacola. Estava realmente uma bagunça, leite derramado, frutas mordidas pela metade, e coisas do tipo.

Uma risada foi expelida do meu rosto, como se aquela fosse uma situação normal. Na verdade, eu me sentia incomodado com aquilo, consoante não havia como expressar. Eu deveria ser natural. Procurei o pano mais próximo, e enxuguei todo o líquido que estava ali derramado. Iniciei o assovio pela quarta vez, eu realmente havia melhorado naquilo. Assim que terminei de enxugar, me voltei a recolher as migalhas do balcão. Demorei uns 5 minutos dessa vez, e se passaram apenas 2 músicas. Assim que joguei as migalhas no lixo, me voltei a tomar um copo d'água. A pia estava imunda, pratos e copos arremessados sem piedade naquela sujeira.

Soltei meus ombros levemente, como se houvesse bastante trabalho pela frente. De algum modo, pude ver os braços de minha mãe nos meus por um instante. Os braços sujos de ficar apoiado no chão, com alguns ralados e amassados do tipo que sairia em 10 minutos. Balancei minha cabeça e decidi retomar o trabalho. Acho que realmente, estava me sentindo como alguém que realmente estava limpando a casa.

Demorou por volta de 30 minutos para lavar toda aquela louça. Deixei a mesma secando, e pingando no escorredor que estava ao meu lado, e tomei mais um copo de água. Ficou apenas ele na pia, a qual estava escorrendo água para dentro do ralo pela primeira vez levando toda a sujeira com ele. Suspirei levemente, e me joguei no sofá. Virado para a porta, a luz estava focada em meus olhos, e aquilo me cansava. Meus olhos foram se fechando aos poucos, e quando percebi já estava quase dormindo. Decidi ficar por ali mesmo. É o preço que o Suyo pagaria por me fazer limpar seu apartamento.

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Re: Casa Suyo

MensagemPostado por Survival em 17/12/2015, 22:44


Embora tenha sido bem descrito, seu treino não desempenhou um considerável avanço em sua constituição mental. Treinar este sub-status não é apenas pensar com seu personagem, é mais que isso. Sugiro que siga exemplos mais próximos de meditações.

Negado
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Re: Casa Suyo

MensagemPostado por Kusanagi em 4/1/2016, 01:07


Um breve descanso

Meus passos eram devagar em direção a casa de Suyo. Não sei direito o motivo de ter vindo para cá, mas de algum modo, eu andava muito mais por aqui do que em minha própria casa, já começando a levar em consideração a mudança para cá.

Porém, meu corpo não estava em condições para isso no momento. Me arrastando como um morto-vivo, abri a porta da sala, que rangeu levemente. Se quer tiver capacidade de encostá-la, e de frente com a sala de recepções me deparei com o sofá livre, e arrumado. Aquilo caiu uma luva.

Me joguei no sofá, com meu rosto virado para baixo, e meus braços ao lado da cintura. Por um momento tive a impressão que dormi no próprio impulso o qual me joguei no sofá. De fato, eu estava muito cansado, e precisando desse descanso.

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Re: Casa Suyo

MensagemPostado por Kusanagi em 5/1/2016, 19:42


Treino de Controle de Chakra

Eu havia acordado faz duas horas. Até o momento eu ando me perguntando o porque de estar na casa do Suyo. Talvez aqui me acomodasse mais. E de fato, eu me sentia mais confortável aqui. Eu estava andando de um lado para o outro, já fazia um tempo. O dia estava chuvoso, e eu estava relativamente preso aqui dentro. Meu treinamento não poderia parar, afinal, com o Chunnin Shiken se aproximando, meu único e exclusivo foco seria o treinamento.

No meu último treinamento, com a Sensei Hirume, eu havia queimado meu chakra pela metade apenas na meditação. E não precisava de um espaço muito grande para isso.

Havia um tapete na sala central. Eu me sentei levemente, especificamente no centro do tapete, o qual tinha um desenho hindu o qual eu jamais conseguiria decifrar. Cruzei minhas pernas levemente, e fechei meus olhos, cruzando meus dedos em uma posição aleatória apenas para auxiliar no fluxo de chakra.

Inclinei minha cabeça por volta de 45º para cima, onde a luz estava exatamente em cima do meu rosto. O fato de estar com meus olhos fechados, eu não poderia ter certeza disso, mas minhas pupilas estavam forçadas, e o escudo em meus olhos se clarearam levemente ao olhar para a luz. Minha respiração era calma, o suficiente para escutar o gotejar da chuva do lado de fora, espirrando nas telhas e decaindo sobre as vigas e paredes da casa de Suyo. O cheiro de terra molhada era algo o qual eu não podia ignorar. Aquele cheiro me agradava muito, e o silêncio na vila era algo descomunal. Provavelmente apenas os ninjas de alto nível estavam do lado de fora, fazendo rondas ou algo do tipo.

Minha concentração estava começando a se materializar. Em meio aquele clarão algumas imagens começaram a se formar. Eram imagens leves, um pouco borradas e quase se esvaziando em meio ao clarão. Mas ao mesmo tempo eram nítidas e o suficiente para saber todo e qualquer detalhe do que estava ali. Falando nisso, era uma imagem estranha. Uma garota, de aproximadamente 19 anos, sua pele estava totalmente pintada de branco, e ela possuía um penteado com dois coques extremamente simétricos, em um tom preto que provavelmente eram sua qualidade mais chamativa. Eu pude ver também uma pinta branca, ao lado de sua boca. Suas vestes eram floridas, com um kimono de descanso. Suas mãos estavam entrelaçadas, onde eu mal pudia vê-las pelas mangas do kimono que estavam escorrendo por seus braços. Além do cinto, que era grande, e em um tom rosa, um pouco escuro.

A garota sorria, com a cabeça inclinada. Sem mostrar os dentes, de fato, pela sua aparência qualquer um que a julgasse interpretaria uma pessoa calma, simpática e com certeza educada.

- Oi ...

Eu tentava dizer, porém minha voz saia sufocada, como se de fato eu não estivesse ali. Porém, apesar disso, a garota estava olhando para mim, e não tinha dúvidas. Tentei olhar para minha própria mão por um instante, mas nada eu via. Apenas um fundo branco, com a garota totalmente estampada.

>> Esse é o meu interior ?! <<

Pensei comigo mesmo. A garota sorriu, como se tivesse escutado aquele meu pensamento. Veio caminhando em direção a mim, com seu calçado ecoando longamente pelo espaço onde estávamos. Uns cinco passos foi o suficiente para chegar em mim. Ela tirou uma rosa de dentro das mangas de sua blusa. Uma rosa branca. E me entregou.

Por algum motivo, meu corpo não estava ali. Mas eu podia senti-lo. Tentei apanhar a rosa, e por incrível que pareça eu consegui. A rosa flutuava, mas ao mesmo tempo eu estava comandando-a. Enquanto eu mexia a rosa de um lado para o outro, me acostumando com aquele suposto corpo, ela deu as costas para mim.

>> Onde você vai ? <<

Perguntei a mim mesmo, afinal, da última vez havia funcionado. Mas dessa vez não, ela simplesmente se afastava, aos poucos. Tentei andar atrás dela, mas não conseguia. Por algum motivo, algo estava me puxando para longe dela. Aquilo estava me dando um certo desespero de fato, até o momento que essa certa ' força ' parou de me puxar. A garota estava a aproximadamente uns 10 metros de mim. Ela se jogou no chão, dobrando os joelhos, onde seu kimono se estendia por volta do seu corpo. Seus braços estavam tremendo, e ela tampava os olhos, de costas para mim. Como se estivesse chorando. Primeiramente eu não entendi, até que olhei para os lados. Aquela terreno inteiramente branco, havia se formado aos poucos. Eu estava em um campo montanhoso. Exatamente em cima de uma montanha. Verde, e rugosa, como se ninguém passasse por ali a dias. Dessa vez eu conseguia me mexer. Conforme eu andava, em direção a ela, a cena iria se construindo a minha frente. A montanha tinha a vista de uma aldeia, que estava em chamas. Pessoas gritando, cavalos fugindo, e homens jogados aos pés da montanha. Era uma cena horrível, digna de lendas de guerra. Ela não conseguia olhar para aquilo, como se machucasse ela.

Eu tentava gritar, mas minha voz não saia. De fato, era agonizante. Quanto mais eu gritava, mais eu me sufocava, porém, eu não poderia parar. Ela estava sofrendo, e o único ali era eu. Um barulho, como se fossem fogos de artificio. Assim que olhei para cima, pude ver, em cima da montanha, um homem. Apenas sua sombra para ser exato. Mas uma coisa eu tinha certeza, ele estava fazendo uma posição de mão. Logo acima de sua cabeça, pude ver uma esfera de fogo enorme cruzando as nuvens e indo em direção a aldeia. Aldeia essa, que eu não pude identificar, provavelmente alguma secundária ou oculta.

A esfera cortava as nuvens, direção a vila, e o desespero da mulher aumentava conforme escutava o barulho chegando. Meu coração disparou imediatamente. Fechei ambos os punhos que eu poderia sentir, quando no exato instante onde eu iria me mover contra o rapaz, a mulher segurou meu suposto corpo. Agarrando minhas vestes com toda a força que tinha dizendo:

- Não !

Com um tom desesperador. Efetuei um salto, assustado, abrindo meus olhos na casa de Suyo. Eu estava com suas kunais em guarda, olhando para os lados. Suando constantemente. Procurando algo ou alguém que nem mesmo eu sabia. O barulho de uma goteira exatamente atrás de mim. Provavelmente a gota teria tocado em mim, o que me fez despertar da meditação. Me sentei no tapete novamente, passando a mão em minha testa. Me joguei no tapete de Suyo, fechando meus olhos calmamente. Eu precisava descansar, onde, de fato, esse foi a pior meditação que já fiz. Talvez pior que o pior dos meus piores pesadelos.

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Re: Casa Suyo

MensagemPostado por Kusanagi em 6/1/2016, 03:31


Treino de Controle de Chakra

Estava um dia ensolarado do lado de fora. O suor escorria pelo meu rosto, de forma quente, sem que eu se quer me mexa. Meu corpo estava cansado, e de fato, eu não estava muito a fim de fazer uma missão hoje. Eu andava de um lado para o outro, esperando por algo acontecer. O tédio estava quase me matando, quando me sentei no chão da sala, e algumas memórias começaram a surgir em minha mente. Meu último treinamento foi algo marcante para mim. Aquelas imagens, com a meditação, não iria ser algo simples de sair dali.

- Meditação, é isso.

Pensei meio alto. Fechei meus olhos, e utilizei de uma posição de mão aleatória, para com que assim o chakra fluísse com facilidade. Esperei, esperei, esperei. Nada vinha em minha mente, nem inspiração, nem motivação. Muito menos aquela posição estava me agradando. Me levantei, com o suor escorrendo sobre o meu pescoço. Tirei minha camisa, lentamente, evitando passar o suor para o tecido e a joguei no sofá de Suyo. Fui até a cozinha procurar algo para comer. Armários absolutamente vazios, assim como a geladeira que tinha apenas um pouco de leite vencido.

- Maldito Senju.

Disse alto novamente, até que uma gota de suor escorreu da geladeira. Provavelmente o gelo secando aos poucos. Minha mente entrou em um colapso de segundos, fazendo com que aquelas mentes viessem em minha cabeça novamente. Fechei a porta da geladeira, com uma certa força a qual eu não esperava que iria sair. Empurrei os restos de embalagens que estavam no balcão para o lado, esbarrando na parede do próprio móvel, e me sentei em cima do mesmo. Meu coração estava levemente saltitando, e eu precisava meditar agora. Precisava responder aquelas dúvidas. Precisava tirar satisfações.

Cruzei minhas pernas, as quais se mexiam inquietamente, e somente após três suspiros leves elas conseguiram se acalmar. A ansiedade era muito. Esperei dias por essa meditação novamente. Fechei meus olhos, utilizando a mesma posição de mão anteriormente, e foquei minha cabeça em direção a coisa mais clara que vinha em meio a escuridão dos olhos fechados. Provavelmente era a luz que passava por entre a porta. De certo modo, aquilo me tranquilizava.

As gotas caindo do congelador, escorriam levemente para a geladeira, e a cada pingo eu conseguia escutá-lo como se fosse dentro de mim. Cada barulho da goteira, me impulsionava longe, dentro de mim mesmo, até que tudo ficou branco, e eu não escutava mais nada.

A mesma história de antes, a qual eu já estava começando a me acostumar. Meu corpo era inexistente, porém, eu conseguia senti-lo e mexe-lo, apenas não conseguia andar, por mais que mexesse minhas pernas eu nunca saia do lugar. O ambiente era branco, totalmente branco, e lá estavam elas. Duas sombras, as quais iam se aproximando levemente, como se eu estivesse flutuando em direção a elas. Eu não conseguia entender direito, mas aparentemente eram dois homens. Ambos com cabelos negros, e longos, escorrendo pelos ombros. Eles tinham armaduras, daquelas antigas utilizadas pelos antepassados ninjas de Konoha. Eles estavam frente-a-frente, se encarando, com um sorriso no rosto. Aparentemente eram amigos, até que se provou o contrário.

Atrás do jovem da esquerda, uma sombra enorme surgiu do branco, tinha por volta de 50 metros de altura, sem contar a largura que eu se quer pude medir. Ele tinha um sorriso horrível, com intenções cruéis, e seus olhos eram avermelhados, da cor do sangue. Do outro lado, havia uma sombra também. Essa eu pude distinguir a cor. Era azul, e parecia uma das estátuas antigas encontradas facilmente nos livros de Konoha. Ela possuía um olhar frio, e justo. Não estampava sorriso, mas sim infelicidade. Elas estavam se olhando friamente, como se fossem inimigos mortais. Os rapazes já não estavam mais sorrindo, mas sim, representando suas diversas sombras.

" São seus egos ? Seus defeitos ? "

Era absolutamente a única coisa que passava pela minha cabeça. Pensamentos esses que foram cessados por uma série de gritos de desespero vindo de todos os lados. As sombras estavam disputando as cores. O negro, e o azul. Hora o negro ganhava, hora o azulado ganhava. A disputava estava acerrada, até que, em meio a tantos gritos, consegui distinguir apenas um: " São os Uchihas ". Só então tudo fez sentido em minha mente. Aquela era antiga guerra, que nós estudamos na academia ninja. Uchihas contra Senjus. Uma rebelião, por parte dos Uchihas em busca do poder da vila, e coisas do tipo. Os senjus do outro lado, protegendo seu poder, o que gerava uma briga incessável.

Pouca coisa fazia sentido em minha mente, como o por que dos antigos sorrisos, e o por que de justamente essa imagem vir até minha mente. Eu estava esperando encontrar quaisquer pessoas, menos essas aqui. Uchiha Madara e Senju Hashirama. A briga continuava árdua, até o momento onde ambos se afastaram, por uma divisão de força por kunais. Os gritos iam diminuindo o volume gradualmente, até o momento que ficou o silêncio por total. Ambas as sombras, se fitaram por poucos segundos. Logo após, estavam correndo em direção a si, com ambas kunais em guarda. Sem dúvida, seria o último movimento de ambos. Conforme seus passos eram feitos em direção um ao outro, meu coração disparava fortemente. Como se estivesse algo soprando frio em meu pescoço. Os passos estavam doendo praticamente. Eu estava ansioso para saber o final, mas simplesmente não podia. Aquilo estava me corroendo.

Meus olhos se abriram, como num impulso. Eu ainda estava na mesma posição, diferente da outra vez. A porta da geladeira estava aberta, soprando um ar gelado em direção a mim. Meu corpo não estava mais suado, e sim frio, e calmo. Apenas o meu rosto estava gelado, com poucas gotas de suor escorrendo pela minha testa. Descruzei minhas pernas com certa dificuldade, elas haviam dormido novamente. Fui até a geladeira, e fechei a porta.

>> Eu jurava que tinha fechado você ... <<

Pensei comigo mesmo, enquanto alongava meu corpo. Dei alguns passos em direção a saída, e me voltei por um instante, dando uma última olhada na geladeira, que mantinha a porta fechada. Exibi uma expressão de dúvida, porém, decidi não me importar muito com aquilo. Me retirei da casa de Suyo, assoviando uma canção antiga que meu tio havia me ensinado.

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