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 Ponte das Fronteiras

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MensagemAssunto: Ponte das Fronteiras   6/3/2016, 19:41

Relembrando a primeira mensagem :




Ponte das Fronteiras

A historia sobre a ponte começa a duzentos anos atrás, quando as quatro aldeias do País do Ferro estavam em guerra pelo domínio comercial do peixe e da seda, na guerra muitas rotas foram interditadas por clãs de samurais liderados pelas tais aldeias. Sabendo que a sansão comercial atrapalharia a subsistência de seus aldeões, a vila Oeste especializada no comércio de madeira e papel para pergaminhos mandou o melhor de seus carpinteiros, intitulado de "Shikimoto" criar uma ponte de urgência no rio que cruzava a aldeia por trás, assim a vila Oeste teria uma rota de escape para vender seus produtos ao exterior. Naquele tempo, a vila do Oeste sofria com a escassez do metal, anteriormente fornecida pela vila do Sul, sabendo disso, Shikimoto, como era de sua natural genialidade, teve a brilhante ideia de juntar encaixar madeiras com nós de corda e fendas em sua superfície, de forma que sua extensão formasse declives paralelos e distribuíssem o peso entre os paredões da grande vala do rio, tudo isso sem o uso de qualquer prego. Hoje a ponte é patrimônio histórico do País do Ferro, além de ponto turístico para visitantes das vilas shinobi.

Uma nobre é comumente vista acima da ponte empunhando seu arco e mirando garrafas flutuantes no leito do rio. Hikaru Li é uma moça jovem, filha de um grande comerciante na Aldeia dos Samurais e também mestre na arte do Arco e Flecha, uma prática até então incomum para mulheres no País do Ferro mas que encontrou seu brilho nas mãos de Li. Dizem que a mulher é possuidora de um olho de águia, capaz de mirar alvos a grandes distâncias e ainda acertá-los com seu arco longo.

Mestre de Treinamento:

Citação :

Nome: Hikaru Li
Especialização: Kyūjutsu (Jutsu);


Última edição por Survival em 22/1/2017, 20:04, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Ponte das Fronteiras   25/1/2017, 16:10


Atualizado



A jovem garota fora encontrada na ponte enquanto olhava inocentemente para a corrente. Trajando uma armadura de couro leve, daqueles que apenas constituía em um peitoril ao lodo direito do corpo. Ela mais ouviu do que viu a pessoa a abordando, franziu a testa confusa. — Menino ou menina? — Não sendo nenhum eufemismo Li era uma jovem muito atraente e requisitada, até mesmo recebia diversas proposta de casamento até mesmo na tenra idade de 16.

Com o longo arco e uma aljava na lombar a garota, esta que parecia ser a mestra do arco esperava uma resposta. De fato não fora para humilhar nem nada semelhante, pois ela mais que ninguém compreendia que dependendo de quem fosse teria de encontrar um meio de ensinar.


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MensagemAssunto: Re: Ponte das Fronteiras   25/1/2017, 16:22


Andejando, caminhava lentamente, como quem anda ao léu. Sua respiração rítmica, apesar de tudo o que houvera passado. Hércules, o pequeno cachorro que haveria optado por seguir-lo, começava a cansar seus braços e era posto no chão. Seus pensamentos, vazios e concentrados em uma única coisa: se defender dos possíveis ataques que poderiam ocorrer, naquela vida bandida que optava por escolher.

'' O que fui fazer, agora mesmo já devem estar atrás de mim, e tudo por um boato: uma mestra que lhe ensinaria a arte do arco e flecha, sem nem ao menos saber se era mesmo verdade.

Sem rumo, caminhava com passos largos e serenos, com Hércules - um cachorro qual decidiu me seguir em viagem - ao meu lado, estávamos felizes e procurando a mestra que provavelmente estaria na ponte da fronteira, ao achegar-me por aquela paisagem a procurava pela ponte ou pelas extremidades desta, a mestra que provavelmente me treinaria na arte do arco e flecha.

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MensagemAssunto: Re: Ponte das Fronteiras   26/1/2017, 16:03

A ARQUEIRA ESCARLATE

A
garota dos rumores realmente estava ali, ela era muito bela e aparentava realmente ser jovem, não poderia acreditar que realmente havia ouvido sobre a mesma, no entanto a primeira frase dita pela mesma e dirigida para minha pessoa não me deixou muito feliz, nem constrangido, apenas um pouco confuso com tudo aquilo. Simplesmente bufei e olhando para a mesma disse enquanto arrumava meus cabelos:

- Sou garoto, meu nome é Kazumi Ogawa, é um prazer conhece-la, qual seu nome?

Esperaria a mesma responder a resposta e imediatamente após isso pegaria meu arco em punhos e diria para ela:

- Enfim, estou aqui para aprimorar minhas habilidades com o arco, poderia me ajudar nisso? Ficaria muito grato caso fizesse isto.

Novamente aguardaria a resposta da mulher, olharia para uma das extremidades da ponte no meio tempo e analisaria o local.

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MensagemAssunto: Re: Ponte das Fronteiras   26/1/2017, 19:43


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Rin um total 'gringo' seguia pela ponte e encontrava duas garotas com arcos longos, pareciam estar uma especie de pratica... Li assentiu compreendendo o quadro do garoto, ele se parecia com uma garota, se não fosse pela sua intuição feminina talvez se confundisse. Retornando o foco para a pratica ela retirou seu arco de forma eficiente e já demonstrou uma posição básica de disparo.

— O basico é aprender a se portar com o arco, observe-me meu ombro a maneira em que puxo a corda. Agora você. —
Ao primeiro sinal ela ergueu a mão até o pescoço do rapaz, não se force a olhar para sua postura, ela tem de ser feita naturalmente. Mais alguns retoques na postura ela assentiu.

— Agora quero que atravessa a ponte de um lado para o outro, a cada ponta quero que refaça a postura, e quando se sentir mais cansado, mais exausto nas seis corridas, volte e refaça a mesma postura. — Concluiu, um bom condicionamento físico também era basico para um arqueiro.

Consideração: Rin, pode entrar no RP pedindo treino.

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MensagemAssunto: Re: Ponte das Fronteiras   28/1/2017, 13:50

A ARQUEIRA ESCARLATE

A
garota realmente não perdia tempo, sua beleza era incomparável, mas aquilo não tirava meu foco nem atraía meus olhares para ela, não desejava nada além de treinamento. Um ar mais carregado me atingiu assim que Li sacou seu arco, sua posição era, sem dúvidas, maravilhosa, não poderia imaginar uma posição mais eficiente e magnífica, por isso via que a maior qualidade da mesma não era a beleza, mas sim sua maestria com o arco, naquele momento que senti que tudo estava sendo como eu queria.

Saquei meu arco e assim que percebi minha postura estava sendo ajustada pela garota, me senti um pouco envergonhado com ela me tocando, mas mesmo assim absorvi com clareza aquela posição. Assim que a mulher assentiu eu olhei para ela e disse:

- Entendido, melhorar posição é essencial e um bom físico também. Vou fazer o que me pediu, com licença.

Colocaria o arco em minhas costas e então começaria a percorrer a ponte, o frio era grande devido ao inverno rigoroso do país do ferro, mesmo estando acostumado com aquele frio eu nunca havia treinado rigorosamente naquele frio, o vento gélido penetrava minhas roupas e esfriava meus músculos que trabalhavam para me movimentar de um lado para o outro da ponte. Entendia a preocupação da mulher com meus músculos, afinal eram de grande importância para um arqueiro, quanto mais resistente o corpo mais longe a flecha consegue chegar.

Logo no final do primeiro percurso sentia que meus músculos já estavam se cansando, isso devido àquelas condições extremas, no frio tudo fica mais difícil de movimentar, por isso a maioria dos animais hibernava, mas eu não poderia descansar como eles, eu precisava ficar forte, precisava mostrar meu valor.

Ao chegar nas extremidades do percurso eu entendia o motivo daquele treinamento, eu precisava mover perfeitamente meu corpo mesmo nas situações de cansaço. Era difícil entrar naquela posição ideal rapidamente, pois todos os músculos tomavam posições diferentes e a dor gélida acompanhava esta mudança, demorava um pouco até atingir a posição e a dor auxiliava no processo, após ficar na posição meus músculos doíam, mas em poucos instantes eu conseguia me recompor e continuar com o trajeto.

Meus músculos doíam cada vez mais, mas eu sabia que precisaria de fazer aquilo, se eu não conseguisse vencer aquele desafio eu nunca me tornaria relevante no exército de samurais, por isso continuava a me movimentar mesmo que os  músculos pedissem uma pausa.

Estava em um ritmo bom, conseguia realizar aquilo com sucesso, mas sabia que a finalidade daquele treino seria me aprimorar por isso estava focado em fazer aquilo mais rápido, retirei energia de todas as minhas células e avancei com a corrida. Aumentava minha velocidade aos poucos, minhas pernas doíam, mas eu as ignorava, sabia que poderia continuar a correr e aumentar minha velocidade.

A respiração estava pesada, mas eu tentava conciliar com minhas pernas, precisava levar oxigênio para as mesmas, esperava que meu coração aguentasse. Meus lábios estavam secando devido ao frio, mas ainda assim eu continuava correndo, sentia que minhas pernas assumiam a situação, não precisando pensar muito.

Consegui entrar nas posições mais rapidamente, assumia a posição com o arco muito mais rápido, era como se descobrisse músculos que desconhecesse, principalmente em volta dos ombros. Minha coluna se alinhava rapidamente e logo em seguida voltaria a correr, as corridas eram muito pesadas, mas eu não demonstrava sinal de desistência, faria aquilo até não aguentar mais.

Estava cansando, até mesmo o arco pesava, mas eu continuava a correr, corria como se minha vida dependesse daquilo, estava investindo pesado naquilo. Músculos cansados que ainda se moviam, era como se estivessem sendo alimentados pela minha vontade. Entendia minha situação, mas não parei até meus músculos entrarem em greve e então ficar ajoelhado no meio da ponte, ofegante, olharia para a garota e perguntaria:

- Fiz isso corretamente? Não aguento mais correr...

Esperava a resposta da mulher ansiosamente. Tinha dado meu máximo, esperava que fosse aceito, mesmo que ainda assim fosse um pouco patético.

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MensagemAssunto: Re: Ponte das Fronteiras   29/1/2017, 06:53


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A garota sorriu radiantemente diante do estado do jovem, ela queria isso mesmo nada mais nada menos que ele estando praticamente morto. — Agora que que dispare, naqueles alvos. — Comentou enquanto apontava para os alvos no outro lado da margem. Ela não aprecia interessada em falar que um bom condicionamento físico era essencial, ela simplesmente queria mostrar que todos o arqueiros teriam de ser capazes de estar pronto para disparar flechas assim que comandado era essencial para um arqueiro e samurai; Seguir ordens.

— Lembre-se da postura, não olhe se estar fazendo certo! Faça! — Do outro lado da margem a quinze metros havia uma espécie de alvo, e era ali que o rapaz deveria acertar. — Concentre-se na respiração... puxe a corda em vez da flecha. — O cansaço fora algo perturbador, mas uma determinação condizente teria de ser forjada e isso o rapaz teria de demostrar no treino.



Consideração: Perdão pela demora. realmente ficou muito bom o treino, uma penas você ter escolhido ser velocidade e resistência. (poderia ter sido resistência 2x ou até mesmo velocidade 2x)


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MensagemAssunto: Re: Ponte das Fronteiras   30/1/2017, 14:37

A ARQUEIRA ESCARLATE

A
garota pareceu gostar de me ver quase morto, talvez ela fosse sádica, mas isso não importava, eu só queria ficar mais forte, ela sem dúvidas era uma mestra exímia, não pensava em ter mais ninguém para me ensinar, ela podia ser jovem como eu, mas estava em um nível completamente diferente. A minha missão naquele momento se converteu em outra, a qual tinha mais a cara de um treino de arquearia, estava feliz, por isso me levantei e aos poucos entrei na posição, meus músculos ainda doíam, mas isso não importava.

Entraria na posição que havia sido ensinada pela mulher, os músculos de meu ombro doíam quando eu arqueava o arco, mas sentia que a posição era bem mais eficiente que eu anteriormente adotava. Respirei fundo e  então disse para a garota:

- Vou começar!

Após dizer aquilo disparei a primeira flecha, eu já tinha uma precisão relevante, por isso acertaria o alvo, mesmo que não fosse em seu centro perfeito, tinha muita aptidão com o arco, por isso eu mesmo propus um desafio para mim, atirar mais de uma flecha por vez, seria bem mais fácil fazer isso a uma distância não muito grande, mas eu tentaria. Colocaria duas flechas no arco e então entraria na posição, atirei as flechas, mas nenhuma das duas atingiu seu alvo, fiquei envergonhado, mas mesmo assim continuei. Mais duas flechas foram postas em meu arco e então me lembrei das palavras da mulher, focar na corda ao invés das flechas, e foi isso que fez, arqueei e logo em seguida as flechas foram arremessadas, dessa vez elas conseguiram acertar o alvo, mesmo que uma delas pegou bem na borda de um dos alvos.

Estava decidido a aperfeiçoar aquela técnica, por isso me exaltei e coloquei quatro flechas no arco ao mesmo tempo, fiz tudo como achava correto e logo as quatro flechas atingiram o alvo em cheio, estava feliz, parecia que havia conseguido aprender a lançar mais de uma flecha por vez. Olhei para Li e disse animado:

- E então o que acha?

Esperaria a garora responder a pergunta e logo em seguida iria pegar as flechas que havia arremessado, afinal, um arqueiro sem flechas se torna  um civil indefeso.

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MensagemAssunto: Re: Ponte das Fronteiras   31/1/2017, 07:23


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O jovem avançava conforme poderia naquele treino, embora pudesse-se perceber que o mesmo era inexperiente sua força de vontade e até mesmo determinação cativaram a decisão da mestra. Ela iria continuar a ajuda-lo a melhorar. — Erga mais o cotovelo em suas próxima tentativa, mas até o momento você assimilou bem a postura de uma arqueiro, parabéns. — Concluiu e esperou o rapaz, pois ela estava animada para continuar o treinamento, simplesmente estava pronta para ensinar mais coisas sobre arco e flecha para o rapaz.




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MensagemAssunto: Re: Ponte das Fronteiras   1/2/2017, 11:07

A ARQUEIRA ESCARLATE

E
stava espantado com aquela garota, ela simplesmente  era impecável naquilo, mesmo ajustando bem minha posição ela conseguia achar um erro em meus cotovelos, não gostaria de retornar para casa com aquele erro, seria como sentisse uma coceira ali, algo que eu precisava eliminar e apenas a garota possuía o remédio, por isso assim que a garota disse aquilo eu me curvei perante ela e disse:

- Por favor, me ensine mais! Desejo melhorar ainda mais, farei tudo o que quiser.

Após dizer aquilo me sentia pronto para mais um treino, já estava ligeiramente cansado, mas meu orgulho era maior, ou então minha determinação desenfreada.

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MensagemAssunto: Re: Ponte das Fronteiras   1/2/2017, 14:36


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Pronto para mais uma rodada de treinamento a mestra assentiu. — Já recuperou suas flecha? Pois bem continuaremos. — Li nem mesmo precisava dizer algo para que o garoto voltasse a posição de arquearia. Fora neste momento em que começou a falar bem proximo de seu ouvido. — Não importa o que aconteça, você deve se concentrar. — Então esperou a primeira flecha... Voltou a fazer a mesma na segunda, terceira. Na quarta, na quinta então na sexta ela começou a falar alto em seu ouvido. — VAMOS EU SEI QUE CONSEGUE... — isso até a decima flecha...



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MensagemAssunto: Re: Ponte das Fronteiras   3/2/2017, 15:39

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E
u já havia recuperado minhas flechas, não possuía muitas, mas acreditava que eram suficientes para o treinamento. Respirei profundamente e então entrei na posição automaticamente, mesmo que ainda estivesse fazendo aquilo com o cotovelo erroneamente, por isso ficava ajustando o mesmo a toda hora. Compreendia melhor meus músculos, quais usaria nos disparos das flechas, mas ainda não comandava-os perfeitamente.

Meu primeiro disparo novamente acertou o alvo, mas em uma faz faixas mais externas, aquilo me deixou muito frustrado, eu não deveria regredir, mas sim progredir, bufei e realizei outro disparo,  o qual dessa vez avançou uma faixa em direção ao centro, continuei os disparos, mas nenhum avançou próximo ao centro, estavam apenas nas redondezas. Minha lombar doía, mas eu continuava a arremessar as flechas, tinha a certeza absoluta de que estava aprendendo algo com aqueles treinos repetitivos.

Flecha após flecha fora lançada até que eu percebi algo muito importante, algo que eu estava ignorando no local. Não deveria focar apenas no alvo, ele fazia parte de um todo e por isso eu estava errando, eu nunca seria perfeito caso ignorasse o meio em que eu estava e por isso precisava absorver tudo que me rodeava. Aos poucos eu compreendi o que necessitava de fazer, compreendi as correntes de ar e também tudo que me rodeava influenciava naqueles tiros.

Imaginei que isso poderia estar causando devido ao cansaço de meus músculos, por isso respirei fundo e realizei alguns aquecimentos primeiramente polichinelos e depois alguns exercícios de distensão, assim minhas contrações ficariam mais suaves e meu corpo mais preparado.

Entrei em posição novamente e por algum milagre meu cotovelo estava na posição perfeita, não precisei de dar atenção ao mesmo, via aquilo como um sinal de crescimento, meus músculos haviam aprendido aquela formação e eu estava compreendendo o todo para assim fazer algo simples. Puxei a corda do arco e após uma respiração profunda senti que meu braço doía e que naturalmente eu soltei a flecha, estava se tornando algo cada vez mais automático.

Aquela era a quinta flecha e conseguiu ficar a três faixas de distância do centro, aquilo não me deixaria satisfeito e por isso continuei, contraí meus músculos em uma sequência que seguia um gradiente leve, o que fez com que a posição ficasse ainda melhor, estava praticamente suando quando a mestre bradou e naquele momento eu por impulso disparei a flecha, a qual, para minha surpresa atingiu o centro perfeito. Olhei para a mestra e disse:

- Consegui mestra, dessa vez foi um sucesso!

Após dizer aquilo dispararia a sétima flecha, desta vez tudo ficou mais claro, eu já estava conectado com o todo e por isso eu não precisava fazer mais ajustes para arrumar aquilo tudo, era simplesmente seguir os instintos fusionados com minhas habilidades físicas, principalmente a postura. Apenas fechei meus olhos e assim que senti preparado liberei a flecha sem fazer alteração alguma, fazendo assim com que acertasse outro alvo em seu centro perfeito.

Estava tão feliz por ter acertado duas vezes consecutivas no alvo que nem me importei de ir buscar as flechas, até fiz isso plantando bananeira, para que pudesse fortalecer meus braços. Segui a ponte até chegar nas flechas recolhi-as e retornei para perto da mestra dizendo:

- Mais disparos?

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MensagemAssunto: Re: Ponte das Fronteiras   7/2/2017, 11:05


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A garota continuando a sussurra com sua vozinha meiga como um demônio saboreando a tentar a alma do garoto, por breves segundos ela hesitou observando a pontaria do garoto; acertar o alvo não era um problema. Mas alcançar o centro do alvo se mostrava algo que demoraria algum tempo a ser alcançado. Como se enjoasse daquele papel ela parou com a implicância sentado-se na murada da ponte, um empurrão e cairia direto para dentro do córrego. — Um arqueiro precisa muita mais do que apenas concentração, precisa desenvolver foco. Pode parecer a mesma coisa agora, mas quando estiver pressionado a tensionar seu arco em um momento critico, nada mais deve interferir. Pois além de um arqueiro você é um soldado, certo? — Falou com tamanho naturalidade que de certa forma era comum para ela, pois de certa forma era. Li não era um soldado, mas a precisão e principalmente tensão em si mostrar eficiente como mestra estava em seus ombros. — Um pouco de teoria, para poupar-lhe o corpo. — Concluiu de modo simples, aquilo infelizmente era apenas o começo do treinamento, trabalhar a parte teórica daquilo era essencial.

— A posição ensinada pelos samurais na academia são três passos, digo na arquearia comum esses três passo também são essenciais. Simplesmente existe trés posições simples. Alto, médio e baixo. Dominar o basico dessas posições é o que um comandante determina para a fornalha dos novos soldados, particularmente odeio esse tipo de coisa, pois instintivamente é bem mais eficaz ao longo do tempo forja uma arqueiro na precisão. Enfim, essas três posições serve para compacta o local de pouso das flechas perdendo uma precisão absurda. Então lhe pergunto, por que eu particularmente odeio isso? — Seja o que fosse a resposta para pergunta não era algo comum como seu gosto para o arco e flecha, era algo mais fácil e logico, algo relacionado a guerra e ao campo de batalha.


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MensagemAssunto: Re: Ponte das Fronteiras   9/2/2017, 11:25

A ARQUEIRA ESCARLATE

L
i estava farta de apenas assistir meus disparos, por isso me sentia um pouco incomodado, mas logo em seguida ela começou um novo tipo de treinamento e sua primeira pergunta fora sobre minha função, eu realmente era um soldado, mas não era comum, não usava cabresto assim como os outros, mesmo que as rédeas fossem apertadas firmemente. Não era cego, uma hora ou outra arrebentaria as rédeas e tomaria minha direção, quem sabe levaria quem estivesse de acordo. Não falei nada sobre aquilo, apenas aguardei.

As indagações da mestra faziam muito sentido para mim, pois ao dominar o básico da academia dos samurais eu nem mesmo me aproximei da grandeza da garota, se ela odiava aquilo existia algum motivo, eu também odiava os métodos da academia assim como o sistema dos samurais, mas isso estava trancafiado em meu âmago mais profundo e gritava todas as noites, por isso disse uma resposta que eu acreditava ser o que definia aqueles métodos assim como a sociedade:

- Falta de flexibilidade? Pois acredito que não existam apenas estas três posições uteis, assim como existem situações em que mais coisas importam. Não existe uma receita para a batalha, precisamos seguir nossos instintos e utilizarmos sabiamente nossas forças.

Aquela era minha resposta definitiva, esperava que fosse algo perto disso, não saberia algo mais técnico, mas esperava que meus instintos tivesse acertado aquela vez.

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MensagemAssunto: Re: Ponte das Fronteiras   9/2/2017, 13:21


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Ouvindo a resposta do jovem ela permaneceu calada, não era uma resposta certa, não era errada também, apenas até diferente das dos demais. Pois o cerne da questão era o gosto da mestra, não o que aquilo representava para os arqueiros. — Não, é algo simples a predisposição em continuar a cometer os mesmo errinhos de posição continua, mesmo você dominando essas três posições. Não digo que arqueiros que aprenderam essas posições são ruim ou inflexíveis. São apenas idiotas. — Era simples a resposta, estaria disposto a seguir o estilo da mestra ou dos samurais? Cada arqueiro detinha um estilo propio, uma maneira de enxergar o alvo e assim reagir. Assim como o garoto odiava se comparar ao sistema dos samurais, Li detestava ver que cada vez mais o método de arquearia dos samurais se tornando mais conhecido em tetsu no kuni.



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MensagemAssunto: Re: Ponte das Fronteiras   9/2/2017, 19:06

A ARQUEIRA ESCARLATE

K
azumi já entendia que a mestra possuía uma personalidade forte, mas ele achava ela ainda mais promissora, estava criticando o método dos samurais para um, dessa vez ela teve sorte, mas esperava que ela não se encontrasse com algum desmiolado nesse caminho, sabia que a maioria tentaria matar a mesma caso visse alguma oportunidade de ganhar fama por matar uma mulher famosa e que foi contra o método dos samurais.

Aos meus olhos aquilo era normal, mas muitos eram desmiolados e seguiam um Deus que não existia. Respirei fundo e disse algo não muito extremo, mas que não me afastasse da mulher:

- Eu não desejo ser um idiota e nem seguir os padrões dos samurais, por isso quero que me instrua, assim trilharei seu caminho e quando este acabar começarei a fazer o meu próprio caminho. Aceite-me e faça de mim uma das suas flechas, me afiei e dispare, talvez depois disso eu possa fazer algum dano adicional ao inimigo.


Após dizer aquilo esperaria a reação da garota de braços cruzados, o frio já havia diminuído e eu estava mais confortável.

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MensagemAssunto: Re: Ponte das Fronteiras   10/2/2017, 08:45


Atualizado



Li anuiu demostrando um breve sorriso, apenas respondeu em tom de seriedade. — Minha flechas são descartáveis, se esforce para se tornar um arco. — Dito isso concluiu o treinamento, não havia mais nada para prolongar aquilo.



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MensagemAssunto: Re: Ponte das Fronteiras   9/6/2017, 17:08

A ARQUEIRA ESCARLATE

U
m treinamento havia finalizado, no entanto eu desejava ainda mais conhecimento naquela área, sabia que ainda poderia aperfeiçoar meus conhecimentos naquela área, minha empatia por aquela arma mostrava meu caminho como samurai. Sentia-me lisonjeado por poder treinar com uma mestra tão boa como a que eu estava tendo.

Sempre palavras ásperas da jovem me desprendiam de minha inocência, aquelas palavras avivaram meu mais profundo medo, o medo de ser inútil, durante muito tempo tinha aquilo dentro de mim, mesmo que soubesse que minhas perícias fossem diferentes dos outros samurais daquela terra afastada do mundo que eu desejava tanto conhecer. Com a mão na nuca olhei para em seus olhos e disse:

- Então me ensine a ser alguém não descartável para esta sociedade de samurais, me ajude a atingir meu verdadeiro potencial. Serei um arco daqui para frente, por isso me ajude nesse novo caminho, me lixe, me pinte, me ajuste, estou pronto para tudo.

Após dizer isso olharia confiante para a bela garota.


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MensagemAssunto: Re: Ponte das Fronteiras   9/6/2017, 18:51


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- Não tem como eu lhe ensinar a não ser descartável, você precisa encontra-se e descobrir como ser útil. Vamos lá, um bom arqueiro precisa saber se movimentar e atirar, na mesma medida, quero que como aquecimento, você terá que ter rapidez o suficiente para isso - dizia a mestra ao desaparecer e reaparecer a frente de Kazumi, ele estava em pleno ar, rente a ponte mas estava caindo, e provavelmente cairia, se não conseguisse se apoiar em algo. - Você precisa aprender a me ver. Tente me acompanhar, não vou me segurar, então pode vir com tudo o que tem. Quero que mostre tudo o que aprendeu, nesses longos dias que passei com você, ou então, é apenas lixo.
 
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MensagemAssunto: Re: Ponte das Fronteiras   9/6/2017, 20:40

A ARQUEIRA ESCARLATE

A
s palavras sempre sábias da mestra entravam em minha mente, ela era jovem, mas sua vida lhe deu grande aptidão para ser tal mestra, eu a respeitava, e tinha a ciência de que deveria encontrar meu verdadeiro eu, não era uma tarefa fácil para ninguém, mas precisaria me forçar, estava pensativo até que um susto aparente tomou conta de meu corpo e então fiquei no limiar de cair no rio.

O susto fez com que meus instintos se florescessem e então tentaria agarrar no parapeito da ponte, caso não conseguisse me apoiaria em um dos pilares da ponte e retornaria para o topo da ponte, estaria ofegante de qualquer forma e diria após escutar o que ela teria dito:

- Acompanhar como? Quer um combate corpo a corpo? Ou quer que tente lhe acertar?

Ficaria de olho na mulher e tentaria seguir seus movimentos tentando descobrir qual era a intenção da mesma. Meu arco seria arqueado e a flecha posicionada de qualquer forma, ficaria atento aos movimentos da mestra enquanto não sabia direito o que fazer.


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MensagemAssunto: Re: Ponte das Fronteiras   10/6/2017, 00:30


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Horário: 6:35 PM;
Clima: Inverno - 12º C;
 
- Tente me matar, pois se der chance farei o mesmo com você. - Era o que a mestra dizia ao afastar-se um pouco em uma velocidade que o samurai mal podia vez, complementando: - Uma outra regra é que quem sair da ponte perde, ou seja, trabelhe sua estratégia comigo. Pois em poder, tenha certeza de que você não ganha.[/b] - Diria a mestra ao lançar quase que simultaneamente três flechas, a velocidade era tamanha que para Kazumi era impossível ver as flechas saírem da aljava, e serem lançadas, só sabia que estavam indo uma em direção ao meio de seu pescoço, outra a altura do pulmão e uma em seu saco escrotal.

Li estava com o arco abaixado, e esboçava equilibro e superioridade ao colocar apenas um pé de apoio no chão, entretanto não era por qualquer motivo, nessa posição suas flechas obtinham melhor precisão e se pegassem em Kazumi, poderia ser o fim.
 
Considerações:
- A ponte possuí 30 metros de comprimento, sendo que você está no marco 15 metros e Hikaru Li está na ponta, por alguns centímetros de sair da ponte.
- As flechas viajam a uma velocidade de 25 m/s cada. E chegam em você em 1,7 segundos.
- Há o disparo de três flechas, sendo que uma está a poucos milímetros uma da outra e foram lançadas uma a uma.
- A velocidade da mestra é de exatos 50 m/s, portanto pode lançar em média cinquenta flechas por segundo.
- É um prazer te narrar, e bom combate, vamos fazer isso aqui prazeroso e estimular ao máximo sua narração, busco com esse treinamento também lhe preparar para batalhas PvP e contra NPC's poderosos, então não ache que será fácil.
- Boa sorte.


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MensagemAssunto: Re: Ponte das Fronteiras   10/6/2017, 10:32

A ARQUEIRA ESCARLATE

A
mestra realmente queria me levar aos meus limites, aquilo era interessante, mas muito perigoso, ainda me faltava muito treinamento físico antes de um combate verdadeiro contra alguém da magnitude da mulher. Sabia que em termos de força eu seria massacrado, por isso pensaria, não era uma batalha comum, ela tinha regras específicas e eu deveria explorar as mesmas.

A diferença de poderes dava clara vantagem para a mulher, minha mente instantaneamente se encheu de possibilidades, no entanto a maioria delas se aplicava para arqueiros medíocres, coisa que Li não era nem de longe. Imaginava em ir me arrastando pela ponte, isso faria meu tamanho ser menor, tornando-me assim mais difícil de acertar, mas mesmo assim sentia que deveria fazer algo de diferente, a mulher poderia acertar uma mosca se desejasse então não seria a melhor tática. Coloquei-me no local da mestre e percebi que ela esperaria uma medida surpreendente e ousada, logo bolei um plano.

As flechas foram arremessadas contra mim em velocidade máxima, e então coloquei meu plano em funcionamento, o qual era basicamente me mover rapidamente de forma aleatória, também girando e variando minhas posições, assim a distância me daria uma vantagem, a mulher não poderia aprender meu padrão. Aquela era a resposta para o momento em minha cabeça: “padrão”.

Tudo que pensava em fazer foi colocado em prática rapidamente, em suma as primeiras flechas seriam as mais preocupantes e por isso recuaria em velocidade máxima na diagonal buscando esquivar das flechas, logo em seguida começaria o plano aleatório, minha mente fora esvaziada e meu corpo trabalhou livremente.

O frio corroía meus ossos, isso ajudava em meus movimentos estranhos. Giros frequentes se misturavam com espacates e o ato de rolar no chão, levantar-me e pular, alternando idas e vindas à busca de confundir a mulher. Meus músculos estariam sendo explorados em seu máximo, uma vez que os movimentos não usuais fariam com que todos eles trabalhassem de formas aleatórias e sem nexo algum.

O frio tangenciava minha pele alva enquanto eu me movia em velocidade máxima pelo local, não tinha plena certeza de meu plano, mas sentia que isso era algo inteligente, afinal uma mira se baseia em fatos e padrões, quando estes dois não existem a única saída e contar com a sorte, e esperava que a sorte me abençoasse nesse dia. Contrações indesejadas advindas da sensação térmica deixava a transição das posições cada vez mais estranha.

Sentia dores musculares antes mesmo de conseguir me aproximar do meio da ponte, local onde desejava ardentemente chegar para realizar um movimento. Um combate daqueles era meu ponto fraco talvez isso faria com que descobrisse meu verdadeiro eu, descobrindo ainda mais minhas fraquezas. Minha determinação fazia os músculos não pararem, o dorso pedia socorro enquanto as pernas tentavam queimar ao mesmo tempo em que os ventos gélidos permeavam-nas. Desconforto não significava nada naquele momento, precisava de foco, um dos pilares principais pilares de um arqueiro era sua motivação. Um brado reconfortante partiria de meus lábios quase ressecados:

- Vou lhe mostrar quem eu verdadeiramente sou, mesmo que possa não ser o suficiente por ora. De qualquer forma continuarei me aperfeiçoando, aperfeiçoando meu eu e me conhecendo!

Motivação esta que tentava vencer as adversidades do corpo e da mente. O corpo não sucumbia devido à força mental, mas ainda assim a dor, fortalecida pela temperatura, percorria por todos os nervos da pele. Sentia-me em uma batalha fervorosa comigo mesmo, tentando esquecer meu verdadeiro objetivo, mesmo que caminhasse na direção dele com passos confusos e descontínuos. Passos que exigiam muito das pernas, os braços seguravam com força o arco, não permitindo que o mesmo ao menos ousasse escapar. Músculos trabalhariam aleatoriamente, assim como a dor sempre surpreendia.

Esperava que após algum tempo chegasse próximo do meio da ponte e então encontrasse um simples intervalo de tempo para que disparasse uma flecha, ela estaria envolta em chakra que eu mesmo comandaria com todas as minhas forças. O disparo seria feito com toda a disposição que restavam em meus músculos, miraria na periferia do corpo da arqueira escarlate, ela sabiamente veria que a flecha não a acertaria.

E aí que eu quebraria o padrão, minha flecha rodeada de chakra seria comandada por mim e faria uma meia volta, tentando assim acertar um dos joelhos da garota por atrás dela mesma, seus instintos eram fortes, mas esperava que minha sagacidade fosse maior.


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MensagemAssunto: Re: Ponte das Fronteiras   10/6/2017, 11:09


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- Tentando quebrar um padrão, é uma escolha inteligente de se fazer - Li observava os movimentos do jovem enquanto o mesmo fazia rodopios e coisas que pareciam sem propósito algum, isto é, se a arqueira fosse amadora, conseguia perceber que aquilo era apenas uma distração para que confundisse sua mira, e para que a mestra não conseguisse atacar com suas flechas. - Um arqueiro, deve aproveitar ao máximo seu arsenal - Hiraru desaparecia novamente, vendo que suas flechas haviam sido desviadas com sucesso pelo jovem, e no mesmo parecia pegar as flechas ainda no ar pelo tubo de madeira, e mandando novamente para o jovem, carregava seu arco com uma tensão absurdamente grande, assim como inseria chakra em sua flecha, disparando mas três disparos, estes com um tempo de sucessão menor, mas com uma velocidade maior e um poder destrutivo também. Tamanho o seu poder era visivel por rachaduras que criava no próprio ar, assim como um vórtice que era criado rodeando a ponta das três flechas que foram lançadas. A precisão desta também era incrível, e guiando pelo fato de que as flechas do jovem também vinham na direção da mestra, e de que Kazumii estava simplesmente parado no momento do tiro, provavelmente seria seu fim. A primeira flecha buscava acertar seu coração, e se fosse um sucesso acabaria por perfurar-lhe a caixa toráxa e dar fim a sua vida. A segunda flecha ia em direção a seu joelho e se fosse um sucesso provavelmente Kazumi nunca mais andaria. A terceira por fim, ia em uma direção um pouco separada das demais, a poucos metros do chão da ponte, rente e seguindo uma trajetória fiel ao relevo da construção.

Hikaru facilmente se esquivava quanto ao ataque de Kazumi, mas não esperava que fosse apenas uma técnica, e por pouco o segundo ataque de Kazumi não tinha sucesso, passando de raspão na perna direita da mestra, que tinha sua mobilidade um pouco reduzida e dizia: - Você realmente aprendeu, mas esse ferimento não vai ser o suficiente para me parar. Já lutei quase morta, tenho várias cicatrizes de espadas de ponta a ponta, isso é fichinha para minha experiência, precisa fazer mais do que isso garoto. - Era o que diria, colocando mais tensão em seu arco e ajoelhando para compensar o dano em sua perna, no mesmo soltaria uma única flecha, infundida com chakra, adequando-se a sua mira na medida em que o jovem ia desviando das primeiras lançadas, soltando logo em seguida contra a coxa do jovem.
Considerações:
- Treinos considerados.

- As flechas vão a uma velocidade de 30 m/s cada, e estão infundidas com chakra.
- Há o disparo de três flechas, sendo que uma está a aproximadamente meio metro uma da outra e foram lançadas uma a uma.
- A velocidade da mestra é de exatos 50 m/s, portanto pode lançar em média cinquenta flechas por segundo.

- Descontado dano quanto ao tiro de raspão, Hikaru perde 50 pontos de HP por turno, se não estancar o sangramento.
- Boa sorte.


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MensagemAssunto: Re: Ponte das Fronteiras   10/6/2017, 12:48

A ARQUEIRA ESCARLATE

M
inha técnica de destruir o padrão realmente vinha bem a calhar naquela situação, isso era um incômodo para todo o arqueiro que prezava pela lógica, aquilo era uma abordagem excelente, mas a garota era um monstro, sua velocidade absurda levou-a para a minha retaguarda, afastada de mim, possibilitando que recuperasse suas flechas e em seguida lançasse as mesmas contra mim novamente. Meu ataque fora feito neste meio tempo, e como esperava os reflexos da mesma eram exímios, um ataque inesperado ainda assim apenas atingiu-a de raspão provocando uma hemorragia que não a afetava em quase nada, aparentemente.

Os novos disparos da mulher eram ainda mais surpreendentes, todos eram bem pensados, um visava meu extermínio, outro queria eliminar minha mobilidade, enquanto outro impedia que deitasse-me no chão para desviar daquilo. Uma situação bem pensada que exigia ainda mais do meus reflexos e pensamento ágil. Iria arriscar, sem pensar duas vezes corri em direção à beira da ponte após dar uma cambalhota no chão em busca de me safar das flechas. Ao chegar na beira bradei enquanto colocava meu pé sobre a cerca:

- Pode apostar que farei mais do que imagina! Não chego nem perto dos seus poderes, mas o que importa para um arqueiro é tomar as decisões levam as flechas para seu alvo com mais facilidade!

Após dizer isso me impulsionaria paralelamente à beira da ponte pelo lado de fora, rumando para uma das pilastras que sustentavam o local. Enquanto estaria no ar, três de minhas flechas seriam colocadas em meu arco e com a tensão máxima lançá-las-ia simultaneamente mirando no antebraço da mulher a primeira, a segunda em seu estômago e a terceira em seu outro joelho sadio.

A itenção era acertar a mulher e então cair para poder me agarrar em uma das pilastras da ponte, ficando assim protegido pelo solo da própria construção. Era uma tentativa arriscada, tudo poderia dar errado, mas foi a decisão mais rápida e eficiente que surgira em minha mente.


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MensagemAssunto: Re: Ponte das Fronteiras   11/6/2017, 16:43


Local: Vila do Ferro - Ponte das Fronteiras
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Clima: Inverno - 12º C;
 
Kazumi tentava, mas era falho em sua tentativa, as flechas eram muito rápidas e mesmo que conseguisse esquivar de duas, a que fora fora de trajetória havia interceptado em seu pulo, fazendo com que a flecha abrisse um rombo abaixo de suas costelas, provocando uma hemorragia grande, que chegava a jorrar sangue de sua barriga. Kazumi desmaiava enquanto Li corria ao seu encontro. E após algumas horas em coma, Kazumi acordava em uma das margens do rio, com uma fogueira e bandagens em seu ferimento, tal como chá quente do seu lado e algumas ervas, a mestra estava do seu lado, e diria: - Desculpe, achei que fosse conseguir desviar, me empolguei. Há tempos que não era se quer alvejada, dito isso, seu treinamento está concluído. Tome essas ervas, e não vá fazer muito esforço, tem um rombo na sua barriga, mas por sorte, não perfurou nenhum órgão. - diria ao abaixar a cabeça e tomar o seu chá.
 
Considerações:
- Desconte 130 de Dano, Dano pela hemorragia, e dano pela flecha em sí.
- O Iryo não precisa de descrição, por que você simplesmente não viu.
- A Mestra lhe salvou.
- Você desmaiou mas Li entendeu que a experiência ganha na luta fora o suficiente para lhe tornar um mestre.

 
Hikaru Li:
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+ 1 Kyujutsu;
+ 2 Resistência;
+ Jutsu.
[/sucesso]

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MensagemAssunto: Re: Ponte das Fronteiras   11/6/2017, 17:41

A ARQUEIRA ESCARLATE

A
força da mulher era esmagadora, não conseguiria nem ao menos acompanhar a mesma com meus olhos, no momento em que pensava desviar uma das flechas atingiu minha barriga, sua força era imensa e isso fez com que o sangue começasse a se esvair de mim, minha consciência se perdeu e então me vi perdido em meus pensamentos.

Instantes mais tarde mãos gélidas retiraram do meu subconsciente e me vi próximo a uma fogueira, Li estava lá e conversou comigo assim que acordei, eu olharia para a mesma e depois para meu corpo, seguiria as instruções ingerindo aquelas ervas e então diria:

- Muito obrigado mestra! Peço desculpas por ainda ser fraco, mas farei uma promessa, assim que ficar forte o suficiente retornarei e teremos uma boa batalha. Já tomei muito tempo seu, vou retornar agora, saiba que você marcou minha vida. Até mais, mentora e amiga.

Após dizer isso levantaria com certa dificuldade e caminharia em direção à aldeia novamente.


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