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MensagemAssunto: Distrito Residencial   4/4/2016, 14:22



Distrito Residencial

Os altos picos mais uma vez predominam neste ponto, onde é possível observar plataformas suspensas nos mesmos. Algumas destas são grandes o suficiente para abrigar uma multidão considerável, como em shows de rap organizados no passado por Killer Bee. Para chegar à estas plataformas, são disponibilizadas escadas em contorno aos picos quando não dentro deles, é comum separarem moradias de acordo com os picos, cada um recebe um nome e um síndico responsabilizado pelo pico em questão. A superfície é geralmente voltada para o tráfego dos aldeões que costumam perambular por aqui no início e no fim do horário comercial.


Última edição por Survival em 6/12/2016, 19:16, editado 2 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Distrito Residencial   28/7/2016, 18:32



Servir o Próximo


C

hegada ao Distrito Residencial, vejo que os preparativos para a festa estavam já quase prontos. As barraquinhas dos comes e bebes, os ornamentos das ruas, a pista de corrida e até mesmo eventuais barracas de jogos da sorte estavam já prontos para começar a funcionar. Para ser sincera, nunca liguei muito às corridas. O que eu gostava mais, desde pequena, era ter esta desculpa para todo mundo se jutnar numa festa e se divertir. No entanto, nos últimos anos, as corridas foram-se tornando cada vez mais populares e competitivas. Aquilo que, antigamente, era apenas uma brincadeira de jovens, passou a ser uma espécie de desporto competitivo, desporto esse que fazia muito dinheiro circular. Dinheiro sujo, do mercado paralelo de apostas.

Era realmente triste o estragar de uma festas destas, mas era assim mesmo a raça humana. Preferem lixar o outro para tentar melhorar a sua condição prejudicando o próximo, em vez de tentarem sequer viver em harmonia com os outros e ajudarem-se mutuamente. Era realmente deplorável e não valia a pena tentar mudar estas pessoas. A única coisa que se podia fazer era exterminá-las com ódio máximo e rezar para não aparecerem mais. Mas aparecem sempre mais...

Activando o meu Akagan, começo então a pesquisar a zona, procurando por indício que me possam indicar a presença de gangsters e capangas com intuitos obscuros de magoar corredores e participantes. Graças à visão à distância providenciada pelo meu Akagan, consigo detectar um algomerado de algumas pessoas no armazém onde guardam os carros para as corridas. Com minha audição à distância, providenciada pelo Akagan, consigo ouvir e observar que estão a discutir uns com os outros, oferecendo-se porrada mutuamente. Uns pareciam ser bem mais lingrinhas, talvez corredores, e outros bem mais entroncados.

Era isto aquilo que eu estava à procura: os homens mais largos estavam a tentar fazer os mais franguitos desistir da corrida. Decido ir então até ao local e, quando lá chegasse, entra de rompante e falava alto e em bom som:


Yuri:
- TUDO CALADO AQUI! Vocês, caras de cu! Estão a tentar intimidar os garotos para sair da corrida? Não vai haver isso não, se quiserem fazer isso têm de passar por cima de mim!

Não consigo entender como é que à pessoal no mundo ninja que ainda não percebeu que, lá por ser rapariga e jovem, lutar contra mim era muito, muito má ideia. Os 12 brutamontes começaram a rir-se de mim, como se o assunto tivesse muita piada e troçaram de mim. Que otários. Devem pensar que esta bandana é para limpar ao rabo, não?

2 dos brutamontes começam a andar na minha direcção, falando como me iam "dar uma lição". Quando se aproximam o suficiente, coloco-me na stance do Bakuren Shippuken e golpeio os seus corpos destes dois otários 10 vezes a cada um, atingindo todo o tipo de locais dos seus corpos, como a face, o pescoço e o tronco com golpes precisos, localizados e com extrema violência colocada por detrás de cada soco, fazendo-os cair por terra antes sequer de darem um ai.

Incrédulos, os outros otários ficavam a olhar para mim como um burro a olhar para um palácio.


Yuri:
- Sim... Que inesperado, ein? Uma ninja deu uma coça a dois amadores... Estou tão chocada quanto vocês!

Usando minha incrível velocidade, pelo menos comparada com a velocidade deles, movimento-me para as costas deles e, num salto, dou um potente pontapé na cabeça do mais atrasado dos 10 restantes. Quando aterro no chão, os otários ainda se estavam a virar. Com movimentos rápidos mas precisos, vou aplicando golpe atrás de golpe em cada um dos brutamontes. Aplico meus golpes em rápida sucessão, misturando defesa com ataque e contra-ataque. Desviava-me dos ataques dos meus adversários ou desviava os seus golpes para o lado com extrema atenção e, no momento ideal, desferia um contra-ataque tenebroso e sem misericórdia, mirando bem cada ponto de acumulação de chakra dos desgraçados.

Em cerca de 5 minutos, todos estavam no chão inconscientes, restando-me apenas a mim e aos jovens corredores. Aproximei-me deles e dei-lhes meu aval para irem correr e partirem a louça toda.


Yuri:
- Ide lá correr. Não se preocupem com repercussões!

Feito o meu trabalho, saio do local e vou para o Posto de Missões.

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MensagemAssunto: Re: Distrito Residencial   18/8/2016, 14:51



O Plagiador




Não demorava muito para chegar ao centro residencial, várias casas e lojas de todos os tipos, certamente com um grande número de pessoas no local, mas não era o dia de comprar nenhuma roupa, afinal estava sem grana, era realmente triste passar por essa situação, existiam peças tão lindas ali - Foco - ficava parada um pouco vendo aquilo, mas teria que me concentrar, dava alguns tapas em meu rosto para pegar mais concentração, não deixaria aquilo atrapalhar-me.

Bem, de fato não conhecia a parte destinada a show's em Kumo, afinal não era do tipo que perdia meu tempo com aquilo, e por esse motivo, demorava um pouco para encontrar aquela especificada na missão, realmente tinha que perguntar para aqueles civis, torceria para que eles soubesse de algo, pelo menos isso. Assim, para minha sorte rapidamente um senhor de 80 anos aproximadamente de deu essa informação - Como ele sabe dessa casa de show, esse velho curte rap? - percebia que o mundo era realmente insano, um senhor de idade gostava de rap, tudo parecia piorar, imaginava agora ele dançando e cantando - aff - passava as mãos sobre meus cabelos, aqueles malditos pensamentos tiravam-me do foco, teria que me concentrar para a missão.

Parecia que o roubo já tinha sido feito,agora era pegar o tal ladrão com as músicas, e assim tentava encontrar uma daquelas casas de show, desse modo, alguns minutos foram suficientes, a fachada no local era bem chamativa, embora nunca tivesse percebido que existia aquilo ali, entrava e via várias pessoas escutando um som, não entendia porra nenhuma, caso não fosse a missão, ainda acabaria com aquela merda - parem com isso, esse cara é uma farsa, sabe nem cantar e rouba a música dos outros - gritava bem alto, queria que todos ali percebessem aquele plagiador, e desse modo, aprendesse a ter juízo e ir para outro estilo musical.

O tal cantor ficava sem reação, não sabia se era por causa de seu segredo revelado, ou se tinha se apaixonado, diante de alguém como eu, todas as possibilidades eram válidas. As pessoas pareciam ficar sem reação, e para minha sorte tinha outros cantores ali que concordavam com o que tinha dito, o que afirmaria minhas palavras.

O homem estava com várias músicas em uma bolsa, certamente fruto de seu roubo, principalmente da mansão do rapper, e com apenas um chute nas fuças dele, desmaiou rápido, algumas pessoas jogavam tomate nele - por que elas trazem tomates para um show? - de fato ainda era jovem e tinha várias coisas para resolver e aprender, os mistérios do mundo eram realmente demais.

Com o homem preso com as provas do roubo, vários rapper pegaram suas músicas e levaram ele para algum lugar, esse eu não queria descobrir, iria apenas entregar aquela missão.

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MensagemAssunto: Re: Distrito Residencial   26/9/2016, 20:06

Ainda era manhã, na verdade, o que significava que talvez minha missão não pudesse ser concluída tão cedo. De qualquer maneira, os boatos informavam que o gatuno de músicas estaria a planejar um furto ao Fifty Ryous, um grande e conhecido rapper da Nuvem. O bandido em si começava a tomar fama na aldeia como músico, mas não se podia comprovar que suas composições eram realmente roubadas. Por isto, sobre uma pequena cratera por entre os picos, me mantive deitado, atento a residência do provável alvo do ladrão. A casa não era bem vigiada, apesar do músico possivelmente ter uma boa quantia em dinheiro. Se o meliante sabia que estavam atrás dele e que já tinham noção de sua forma de furto, talvez ele agisse em um horário diferente e no fim das contas, eu estava certo.

Fifty Ryous havia saído em uma comitiva para um show nos arredores da vila, deixando sua casa totalmente exposta. O gatuno deveria saber disto, pois um tempo depois, alguém aparecia por entre as montanhas, desejando adentrar no local.

— Tsc, espero que isto não seja muito chato. — resmunguei, partindo de onde eu estava até me aproximar do meliante — Se quer um autógrafo do Fifty Ryous, invadir a casa dele não é uma boa ideia. — brinquei, com um sorriso irônico, atrás do bandido em cerca de cinco metros. Nos localizávamos na plataforma acima da casa do rapper.

Assustado e mascarado, o homem voltava seu olhar para mim, puxando sua katana — Saía daqui garoto, do contrário vou fatiá-lo. — ameaçou-me o homem.

— Sabe, estou esperando um ladrão de músicas e composições. Espero realmente que seja você, porquê toda essa espera é realmente muito irritante. — murmurei, colocando as mãos dentro dos bolsos.

Sem muitas delongas, o criminoso partia em minha direção, com sua espada empunhada. A considerar seus movimentos, dava para notar que não era um usuário treinado de Kenjutsu, afinal seus ataques eram longos, lentos e bem previsíveis, o que me permitia "bailar" perante seus golpes. Gostaria de ter mais ânimo para aquela batalha, mas no fim, seria melhor terminar rápido. Puxei minha lâmina e com um leve movimento de pulso, feri a coxa do inimigo, impossibilitando-o de se movimentar direito. Com o corte, o gatuno ajoelhou-se, o que me permitiu nocauteá-lo com o cabo da minha espada. Com ele já inconsciente, tratei de desmascará-lo e conclui que era o mesmo suspeito que estava em meus relatórios, fora isto, havia uma pochete repleta de manuscritos com músicas assinadas por outros cantores.

Sem demorar muito, embainhei a katana, coloquei o ladrão sobre os ombros e parti dali, em direção ao posto de atribuição de missões.

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MensagemAssunto: Re: Distrito Residencial   29/9/2016, 18:18

A casa de Dona Hamura ficava entre os picos centrais da aldeia, numa região bastante movimentada. Assim que eu cheguei, a mulher estava a cozinhar algumas saborosas comidas, que de bate-pronto cheiravam realmente bem.

— Sou Karui Yotsuki, genin da Nuvem, acredito que a senhora seja a dona Hamura. — falei, assim que uma senhora me abriu a porta da residência, após eu bater por algumas vezes.

— Sim, imagino que veio me trazer meu cogumelo raro. — comentou a dona, enquanto eu acenava positivamente com a cabeça e retirava o vegetal de minha Hip Pouch, entregando a ela. — Vejam só, você conseguiu. Eu mesmo iria coletá-lo, se tivesse menos idade. Resta agradecer a você a seus superiores, mas tome isto como um prêmio extra, eu acabei de fazê-lo. — gratificou a mulher, me entregando um delicioso Dango.

Fazendo reverência a ela, partia dali, rumo ao posto de atribuição de missões.

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Alcunha Demônio da Névoa
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MensagemAssunto: Re: Distrito Residencial   16/10/2016, 22:14

Depois de cruzar os portões de Kumo e me identificar para os guardas, cheguei no que parecia ser o ponto mais pacato da aldeia, o distrito residencial. Ali, executei o selo do nono macaco e materializei dois clones ao meu lado sem me preocupar com as pessoas perambulavam na estância, afinal eu não tinha nenhuma má intenção, os meus clones sabiam disso. E foi assim que os ordenei a tomar rumos diferentes com o objetivo de explorar mais a aldeia, ficaria parado ali, sentado na encosta de uma montanha até que minhas cópias tratassem da ideia que tive antes de entrar na aldeia.

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Alcunha Demônio da Névoa
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MensagemAssunto: Re: Distrito Residencial   19/10/2016, 14:54

Despertei de supetão, o clone que havia desaparecido no centro comercial me trouxera todo o conhecimento adquirido com o mestre sem nome. Passei a mão pelos fios dos meus cabelos e bocejei em seguida, estava um pouco cansado. - Nem tive tempo pra pedir quanto custava aquele maldito frasco...

Coa brisa batendo em meu rosto, voltei a me encostar na montanha para dormir um pouco antes de partir. Ainda falta um clone.

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Alcunha Demônio da Névoa
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MensagemAssunto: Re: Distrito Residencial   20/10/2016, 12:42


Acordei surpreso, respiração pesada, sonho de quem pensara demais no dia em que reveria minha família. Coisas assim vagavam em minha cabeça, dizem por aí que quando você sonha com coisas ruins é porque você está bem, está correndo atrás de uma vida melhor, mas quando você sonha com coisas más, aí meu amigo, é que você está ferrado.

Levantei e bati minhas roupas, era hora de ir buscar o troféu de Yuigetsu.

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Alcunha Demônio da Névoa
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MensagemAssunto: Re: Distrito Residencial   1/11/2016, 21:53

Passei pelo distrito de cabeça alta, mirando o prédio principal da vila.

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Oto | Genin
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MensagemAssunto: Re: Distrito Residencial   3/11/2016, 00:19

Monsters?
Por que eu iria pedir desculpas por ser um monstro? Alguém já pediu desculpas por ter me transformando em um? 

Minha primeira missão; Não esperava algo emocionante ou cheio de ação e bem... Realmente não foi. Após sair do local onde as missões eram designadas me dirigi até o distrito residencial, mais precisamente até a casa do senhor Takui para ajuda-lo com o problema da umidade. Estava trajado com uma calça negra e usando uma camisa branca sem estampas, como era minha primeira missão queria aparentar ser alguém "normal" e por isso não estava com minhas vestes costumeiras. A casa do senhor Takui era a ultima de uma colina, e realmente era muito bonita com grandes janelas e telhas vermelhas que me lembravam sangue -Uoooou, que coisa bonita ...- Não pude deixar de ficar maravilhado com a construção, mas precisava me lembrar da missão então me dirigi até a porta.

Talvez o senhor Takui estivesse esperando, pois antes mesmo de eu bater ele abriu a porta com um sorriso largo no rosto -Você deve ser o ninja que solicitei não é? Vi você chegando da janela e percebi a bandana em seu pescoço, vamos entre !- Ele era um homem de idade, alto e com poucos cabelos mas uma barba grande e muito branca. O interior de sua casa era ainda mais bonito que a vista de fora, os moveis todos aparentemente construídos sobe medida, mas assim que coloquei os olhos em um canto mais afastado da sala me assustei. Os moveis naquele lado estavam apodrecendo e as paredes todas enrugadas, era como se tivessem as molhado com uma mangueira -Como pode ver é aquele canto que me deixa preocupado. Eu compre um revestimento que deve acabar com a umidade, mas preciso de você para colocar hehe. Esse vai ser seu trabalho hoje.- Assim que ele falou fiz um sinal de positivo com a cabeça, meu trabalho seria colocar folhas de revestimento nas paredes então não podia demorar.

As folhas de revestimento estavam perto das paredes onde eu deveria coloca-las, e olhando em volta percebi que o senhor Takui também havia comprado pinceis e pregos, ou seja, meu trabalho era só colocar as folhas no lugar para evitar futuras infiltrações. Primeiro peguei uma trena que já estava ali e comecei a tirar as medidas da parede, dando uma atenção especial aos cantos perto da janela, deixando sempre alguns centímetros a mais para que na hora de contar eu não errasse nada. Com as medidas tiradas chegou a hora de passar para as folhas de revestimento, tracei com um lápis os locais onde iria cortar e depois usando uma kunai comecei o trabalho, que graças ao corte bem afiado de minha kunai foi rápido e simples. Depois de tudo cortado nas dimensões corretas chegou a hora de coloca-las no lugar e pregar, oque foi simples pois como estavam cortadas nas medidas certas não precisei ficar tentando encaixar as folhas na parede, e assim que bati o ultimo prego o senhor Takui se aproximou de mim.

Ele estava com um semblante serio e após analisar o trabalho sorriu -Muito bem meu jovem, trabalho muito bem feito. Agradeço muito por isso !- Após receber as palavras de agradecimento do senhor Takui apenas sai de sua casa, me destino era novamente o local onde havia solicitado a missão.



Notas:
*Nada


Yoshiro; 200/200; 330/400; 200/200;



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MensagemAssunto: Re: Distrito Residencial   3/12/2016, 21:59

Citação :
Após sair do posto de atribuição de missões, passei no setor indicado para buscar uma lata de tinta e um rodo de pintura. O clima estava ameno, o que seria bom, pois não cansaria tanto com o trabalho que estaria exercendo. Algumas nuvens lutavam para se manterem firmes no céu, mas a o azul de um céu limpo era tão vasto que era quase impossível de acreditar que choveria algum dia.

Andaria tranquilamente e quando chegou no distrito residencial, colocou a lata no chão para descansar o braço - Nossa, que lata pesada, tomara que dê para pintar todo este distrito. Pegaria a lata novamente, mas com outra mão e se aproximaria do primeiro muro. Pintaria sua parte da frente dando duas mãos de tinta, para que a cor ficasse bem nítida. Seguiu para o muro seguinte e conseguiu pintá-lo com facilidade. Pintou mais dois muros até que naquela plataforma não tinha mais casas, nem muros.

Desceu da plataforma que estava pela escada e logo seguiu para a plataforma seguinte. Subiu a escada tomando cuidado para não derramar tinta. Nesta plataforma as casas não tinham muro, mas sim cercas. Precisou ter mais cuidado desta vez, pois as cercas não eram fáceis de pintar. Apesar de, na maior parte das vezes se deparar com muros, haviam cercas para pintar. Tomou cuidado para cobrir de tinta até mesmo as laterais de cada tábua da cerca. Pintou até chegar no último muro daquela plataforma. Desceu as escadas e se encaminhou até a próxima plataforma.

Quando chegou à outra plataforma, percebeu que a tinta estava secando. Mexeu a tinha com o rodo para misturá-la e deixa-la líquida novamente. Percebeu que não daria para terminar tudo com aquela lata. Voltou-se para o muro, sentindo o cansaço nos braços e começou a pintar. A esta altura, seus braços já estavam cansados, fazendo com que de trinta em trinta minutos ele parasse de pintar para descansar.

Quando chegou em frente à escada da quarta plataforma, decidiu parar para descansar em seus degraus. Depois de tomar fôlego, subiu e pintou os muros tomando cuidado para que a tinta ficasse uniforme. Além disso, trocava de mãos toda hora o rolo, para assim descansar os braços. Às vezes trocava olhares com algum morador, mas nunca falava nada, focava no trabalho imaginando o quê os moradores pensassem - Eles devem achar engraçados um ninja pintando o muro da casa deles -

Após terminar de pintar os muros das casa, se dirigiu para o posto de missões para devolver percebendo que a tinta havia sido suficiente.
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MensagemAssunto: Re: Distrito Residencial   7/12/2016, 21:29

Suspirei enquanto andava lentamente para o distrito residencial. Ainda era tarde quando fui receber a missão que, infelizmente, deveria ser completada durante a noite. Era minha terceira... ou quarta missão? Não lembrava. Tanto treino, que já havia perdido a conta de quantas missões havia feito. Felizmente, poderia começar a realizar missões Rank C no futuro, que lucravam mais, apesar da maior dificuldade.

Enfim, precisaria focar na missão atual. Apesar de parecer famoso, eu não conhecia essa tal figura, o "50 Ryous". Precisaria ver um jeito de descobrir onde era essa tal sua mansão, não queria entrar na errada. Procurei por algumas pessoas que estavam na rua. Minha aparência, entretanto, assustava um pouco as pessoas, achando que eu fosse assassiná-lo ou algo do tipo.

-Por favor! Não irei matá-lo, tenha calma. Tenho uma missão importante, para protegê-lo principalmente - Era sempre a mesma frase, mas ninguém acreditava

Estava chegando a noite, e meu tempo estava acabando. Entretanto, algumas pessoas passaram a ver um pouco de minha falsa preocupação que eu mostrava, e decidiram me contar. Pelas informações que coletei, seria no fim do distrito residencial, longe da "plebe". Dessa forma, corri até lá rapidamente, chegando em alguns minutos. Mesmo que tenha chegado lá, não fazia ideia do que tentar.

"Ah... Será que tento entrar? Fico escondido lá na espera de alguém entrar? Não faço ideia... Uso o Henge e me torno o 50 Ryous? Não... o plagiador vai fugir do 50 Ryous, não matá-lo. Isso vai ser difícil de decidir..."

Decidi ficar olhando por fora por um tempo, mas não ali na frente, na vista de tudo e todos: subi em um poste, pulando nas paredes das casas e no próprio poste, ficando no topo dele. De lá, fiquei a observar. Provavelmente, demoraria um pouco para ele aparecer, o plagiador, visto que ainda pela noite, muitas pessoas acordadas atrapalhariam sua invasão e seu roubo. Fiquei ali esperando, suspirando bastante pela preguiça de estar naquela missão. Ainda cedo na noite, um homem chegou, de estatura grande e acompanhado por dois homens vestidos iguais, como uma farda. Imaginei ser o 50 Ryous, já que entrou na casa sem problemas e os guardas ficaram na porta, a guardar o local.

-Ah... parece que vou ficar um tempo mais aqui. - Suspirei

Passou mais algumas horas e, um pouco cedo na madrugada, comecei a ver coisas suspeitas a acontecerem. Alguém, de estatura média, estava tentando subir o muro do local. Fiquei ainda a observar um pouco. Ele tentava subir o muro do lado esquerdo da mansão, onde os guardas não conseguiam ver. Por um momento, depois de muito esforço, ele conseguiu. Entretanto, decidi agir e não demorei para chegar próximo dele: do poste, fui para o muro e, do muro, pulei em cima do mesmo, com uma kunai já em mãos, ameaçando-o. Ele, entretanto, alegou ter sido contratado para roubar desde o lixo até os papeis dentro do estúdio do 50 Ryous, para ter algo produtivo para o plagiador usar. Achei estranho isso, mas não o deixei ir: afinal, era criminoso tanto quanto o Plagiador.

-Você vem comigo. - Falei, dando um soco em seu rosto desacordando-o

Coloquei-o nas costas, para levá-lo para os responsáveis pelas missões quando algo estranho aconteceu: vi outra pessoa tentando subir o muro, quando subi no mesmo. Ao me ver, ele rapidamente começou a tentar fugir, mas não era tão rápido quanto um Shinobi. Facilmente consegui imobilizá-lo no chão, caindo em cima dele. Este resistia bastante, diferente do outro. Entretanto, ele revelou sua identidade: o Plagiador. Ele informou que sabia que estavam à sua espreita, e por isso sempre mandava outras pessoas na frente primeiro, para depois ele mesmo roubar as informações, fugindo da incriminação. Desacordei-o rapidamente, colocando-o nas costas como o outro e fui em direção ao posto de missões.

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MensagemAssunto: Re: Distrito Residencial   9/12/2016, 20:08

Thanks @Dead Master


Estaria bem longe de minha casa, entraria em um beco escuro e no mesmo descansaria ali mesmo.




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MensagemAssunto: Re: Distrito Residencial   10/12/2016, 09:51

Citação :

Ao sair da sua casa andando com as mãos nos bolsos e tranquilamente (2m/s), Gekko passa pelas ruas do distrito residencial, lançando um olhar pensativo e avaliador para o céu. Em determinado ponto, ao adentrar em um beco escuro, viu alguma coisa que achou incomum. Entraria um pouco no beco escuro e quando estivesse próximo o suficiente para ver a face do rapaz, talvez se lembraria do dia que foi ao Campo Rochoso em busca de treinamento e ele estava lá esperando um mestre.
Humpf, pelo visto ele treinou bastante, tanto que não aguentou ir para casa dormir.
Após pensar, viraria e tornaria a sair do local indo em direção ao posto de atribuição de missões.
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MensagemAssunto: Re: Distrito Residencial   11/12/2016, 22:05

Thanks Azuma


Acordaria em um beco escuro, teria descansado por muito tempo, levando dali seguiria andando para algum lugar aonde pudesse realizar um treinamento rápido e seguro.




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MensagemAssunto: Re: Distrito Residencial   12/12/2016, 09:34

Citação :
Passaria andando calmamente, olhando para o céu, para as nuvens e para os picos das montanhas.
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MensagemAssunto: Re: Distrito Residencial   20/12/2016, 02:27



Missão concluída!
Enquanto sentado num pequeno banco debaixo de uma árvore qualquer, o gennin recém formado lia o pergaminho que lhe tinha sido entregue, referente a sua primeira missão. Ao mesmo tempo que estava insatisfeito por não conseguir pegar uma de rank superior, se continha com o que havia conseguido, pois poderia ser pior. Olhava para o céu, e observava o pôr do sol. Até mesmo optou por deitar-se ao banco onde se encontrava, pra tirar uma soneca. Não tinha dormido o suficiente.

Quando acordou, viu que tinha dado o horário aguardado. Já era noite, e assim como dizia suas informações, o rapper que roubava as composições de outros músicos atacaria. Era injusto alguém se erguer atravessando outras pessoas, e Mugen sentia a obrigação de pará-lo por ali mesmo. Olhando para os lados e não vendo ninguém, optou por subir ali mesmo, na árvore que estava atrás de si. Escondido, simplesmente aguardaria.

Não precisou passar muito tempo para que o alvo surgisse. Como a árvore dava de frente com a mansão do rapper, era fácil ter uma visão do que acontecia, mesmo dentre as folhas. Ele escalava o muro de forma amadora, sem demonstrar muitas habilidades. Aproveitou a altura do muro para subir ao telhado, e de lá, entraria por uma janela, era a rápida dedução de Mugen. O gennin saltou da árvore, rolando na queda para amortecer o impacto. Embora com a chance de ser ouvido, seus movimentos o levariam para trás do muro, não podendo ser visto.

Esperando alguns segundos, pegou uma certa distância e deu um grande salto, de forma que conseguisse se escorar no topo do muro com ambas as mãos. Impulsionando seu corpo para cima, conseguia ficar de pé em cima do muro. Depois disto, sabia que era impossível se esconder com tudo que tinha ao seu alcance. Sem hesitar, saltou para a mesma parte do telhado onde estava o plagiador, sacando uma kunai enquanto estava no ar. Apontando-a, declarava:

— Renda-se e ninguém se machucará! - cheio de adrenalina, por finalmente estar agindo.

O plagiador preferiu poupar palavras, e sacando rapidamente uma shuriken de sua pochete, a arremessou focando o peito de Mugen. Num reflexo que nem mesmo ele pôde acreditar, rebateu a shuriken, causando um eco metálico devido a colisão. Deixou que um sorriso escapasse, e aproveitou o momento para atacar. Sabia que matar seu alvo era inapropriado, mas aproveitaria ao máximo da situação. Em movimentos numa distância o suficiente para cortar, mas insuficiente para que fossem profundos, realizaria vários cortes horizontais sobre o peito de seu alvo. Não seria para desmaiá-lo ou algo do tipo, mas sim, para fazê-lo sofrer. O plagiador soltava gemidos de dor, que chamavam a atenção da vizinhança. Felizmente, já sabiam do tal plagiador, então tinham certa consciência do que estava acontecendo, não gerando confusão por ali.

Sem aguentar mais, e vendo o sangue que deixava sua camisa encharcada, o homem se ajoelhou. Naquele momento, estava demonstrando que não aguentava mais continuar. Depois disto, bastou que Mugen simplesmente o acompanhasse até algum jounnin que caminhasse por perto, enquanto mantinha sua kunai próxima as costas do plagiador, pronto para fazer qualquer coisa num caso de fuga. Desta simples forma, havia concluído sua primeira missão.

Pergaminho da Missão:
 




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MensagemAssunto: Re: Distrito Residencial   22/12/2016, 03:08

Ressabiado, compareceu ao local atribuído.

Imediatamente, duas palavras foram evocadas: Boa sorte; ambas ditas pelo mesário a pouco tempo visto. Para uma interpretação simples, aquilo poderia ser somente uma demonstração de educação, mas... e se não fosse? Se tratando de um caso de assassinato ainda não desvendado, talvez nem mesmo eles soubessem o real risco. Seria Darth o enviado para ser a isca qualquer que fosse a consequência? Bom, só é recebido com soco quem dá cara a tapa.

"Faz parte do desenvolvimento de um ser trazer pra si responsabilidades. Se fui lançado ao breu, é porque preciso iluminar meu próprio caminho." Refletiu.

Detentor de mínimas informações, contemplou toda a área em busca de orientação. Primeiramente, devia encontrar a família Hatomi, e temendo tornar público ou externo demais, cessou em pedir referência para moradores comuns da vila, evitando assim maiores alardes envolta do acontecimento. Na verdade, os olhos do gennin viajavam todo o espaço como um falcão na caça de roedores, ele precisava encontrar o menor indicio ou rastro que fosse para melhor se situar.

"Onde morrem três, morrem... Deixa pra lá."


Darth Ravel:
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MensagemAssunto: Re: Distrito Residencial   22/12/2016, 20:42

Narração


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O céu estava com aquele brilho acinzentado convidativo para uma missão. Darth parou em frente de uma das muitas casas comuns do distrito, embora bem ao longe poderia notar a súbita mudança de padrão de vida, parecia complicado encontrar o endereço... Mas poderia entender que toda a informação relevante estava no pergaminho negro... Observando as arvores do local, já poderia ver a queda das folhagens no qual ocorre  para adaptação à mudança da estação, muitos desconheciam mas também em razão da diminuição da fotossíntese diante da menor incidência de luz solar; Ao que tudo indicava o outono já havia chegado ao pais das nuvem... Sem entender muito aonde deveria procurar, procurou entender como funcionava o distrito residencia, o que não era nenhum trabalho pois neste momento tornou a esquadrinha o distrito comercial em busca de algo que revelasse quem quer que fosse a família; Em uma atitude sensata não perguntou o paradeiro da família algo que poderia deixar uma especie de azar ao faze-lo... Notou que o distrito era separado simplesmente entre a parte comum. no qual residia shinobis e funcionários da vila, e alguns quilômetros mais a frente, estava a família mais prestigiosas da vila, e até mesmo alguns comerciantes que poderiam 'influenciar' a oferta e procura.

O local no qual se encontrava destilava uma boa vizinhança, mas não era o bairro influente no qual citado anteriormente, um tanto estranho considerando para o que estava a fazer. O endereço demostrava que a residencia estava bem no limiar dessa separação social, o que indicava que a família até certo ponto poderia e teria como inquirir em uma resposta mais ativa em busca de informações...
 
OFF:
 



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MensagemAssunto: Re: Distrito Residencial   23/12/2016, 18:59

Embora eventualmente entender as divisórias pudesse ser útil, a paciência de Darth se encontrava em estado bem tênue, decorrente talvez da ansiedade perante o desenrolar da história. Por motivos óbvios, decidiu agir antes que gastasse tempo demais. Averiguou por mais um instante o pergaminho que levava as informações, caçando o endereço da moradia, ato que não fora realizado antes por pura incompetência e descuido, mas que agora o presenteava com uma boa diretriz sobre o assunto.

Se dirigiu até o meio termo entre os bairros, examinando cada residência até que essa compactuasse com o descrito no pergaminho. Algumas teorias surgiram consecutivamente ao momento em que se aproximava.

"Sequestros historicamente tem como fim receber um benefício em troca da liberdade, mas nesse caso, eles foram decretados mortos em um curto espaço de tempo, antes mesmo que a família fosse noticiada do seu sumiço. Ou seja... o objetivo era atingir emocionalmente e desestruturar a família de alguma maneira, e julgando que ela não seja assim tão rica, situando-se na "classe-média", é bem provável de que o motivo deva ser puramente pessoal, e não em troca de ryous ou de abalar a "política" do país. Portanto, quem teria o estereótipo para se tornar um inimigo em potencial?" Deduziu, planejando o que faria. Havia também a possibilidade da família ter sido escolhida a dedo para a chacina, como um aviso prévio a Kumo sobre o que estaria por vir. Eram inúmeras possibilidades, e já que Darth pouco acreditava que a missão fosse envolver apenas o ato de levar a mensagem, ele tomou atino da situação antes de mergulhar na mesma.

Respirou fundo, receoso o bastante para não interpretar aquilo tudo como uma missão de rank D, o que de fato era. Levantou um dos braços o suficiente para que a manga cumprida do sobretudo não fosse um empecilho para sua mão, em seguida seu punho foi de encontro a porta três vezes, nem mais, nem menos que isso. O rapaz estava preparado para assim que a recepção seja feita, analisar e memorizar não somente a aparência de quem o recebesse, mas o comportamento e também tudo contido dentro da casa, se fosse possível. 

Suava frio, mas nada que fosse tão evidenciado já que a fina garôa se confundia entre sua pele. "Bom, seja o que eu quiser." Satirizou o ditado, tentando se acalmar perante a tudo.


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MensagemAssunto: Re: Distrito Residencial   24/12/2016, 11:57

Narração


Tempo:nublado, Chuviscando. Frio.
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Pequenas oportunidades são muitas vezes o começo de algo grande... A alameda começava a ganhar cada vez mais vida, seus moradores começavam a sair de suas residencias. Alguns seguindo apenas para mais um dia de trabalho, outros com a vida mais fácil, apenas saiam para buscar o café da manha. E mesmo em meio a massa de pessoas Darth, lançou um breve olhar para o horizonte percebeu uma pessoa olhando para ele? Quase como uma força do além deduziu ao que julgava de ser um idoso de manto espesso e acinzentado. Este que se encontrava na janela do segundo andar, logo a frente do endereço da missão. Isto havia chamado sua atenção de tal forma que seria difícil esquecer o jeito do 'fofoqueiro'. Embora o sujeito estava escorado apoiando ambos os cotovelos olhando para casa, estava na cara que vigiava algo, a postura do sujeito havia lançado um alarme de incomum, mas nada que pudesse ser abordado como prioridade.


Ao ao chegar em frente do portão da residencia havia uma ausência de qualquer especie de escadas ou de solo irregular, ao menos poderia reparar nisso pois acabava de  passar pelo primeiro portão; este que já se encontrava aberto não havia nem mesmo um porteiro... Seguiu para a porta principal da residencia esta que era um tanto quanto diferente, uma porta dupla, que ao parecia seria para facilitar a entrada de eventos? Até o momento não dava para se ter certeza...

O breve jardim pelo qual acabava de passar se encontrava abandonado, mas nem mesmo tal estado escondia o que uma vez já fora. Ao menos uma dezena de estruturas de mármore se erguiam a poucos metros uma da outra, algumas quebradas outras com bustos tão disformes que lembravam algum tipo de animais exóticos, embora apenas uma se mantinha 'decente' conseguindo identificar como um homem nu com o membro reprodutivo ereto, ao menos era o que base demostrava, pois o resto estava carcomido... De fato aquilo poderia ser considerado um cemitério bizarro de arte.


Embora agora já poderia imaginar que o endereço lhe mostrou uma casa nada comum, ainda se mantinha dentro da classe 'mediana', mas com toda certeza apenas agora, pois outrora deveria ser uma casa bem luxuosa...

Em três simples batidas, prosseguiu em sua missão. Em cerca de quatro minutos uma estranha jovem de cabelos rosados, na qual não parecia ter mais de vinte anos aparecia tentando abrir com certa dificuldade à porta. A jovem simplesmente o observou  por alguns segundos esperando alguma reação. Embora esta poderia se considerar apenas uma empregada qualquer sua postura inflexível e os olhos atento para a movimentação em torno da casa deixavam tudo mais interessante. Para qualquer pessoa aquilo só poderia ser considerada como precaução ou seria outra coisa? Mas até o momento o rapaz não conseguiria compreender. Mas percebeu algo, a garota não parecia ter se surpreendido com a chegada do ninja a residencia.

Ela o escutou, apenas a introdução (Que é um mensageiro a procura da dona da casa.) e o deixou entrar... Deveria guiar o jovem até a sala. O que não foi nada difícil. Um pequeno corredor não mais que dois metros até a sala de estar. podia-se notar o piso de pedra polida com mosaicos complexos e inacabados, um reflexo do passado e do luxo da casa...


A primeiro ação da jovem foi o de apontar o sofá para o Shinobi da estar, ela mais que ninguém sabia que jamais poderia tirar os olhos dele, pois sabia o que iria implicar em falhar nisso traria para ela...

— Espere um instante, irei buscar a responsável pela casa... —

Não mais que quinze minutos se passaram, ao que parecia a 'Sala de estar' não havia nada de luxuoso, a não ser se quisessem retirar os azulejos do chão. um fato curioso fora a prioridade dela, não havia hesitado em abandonar o visitante para avisar a dona da casa... A empregada voltou empurrando uma cadeira de rodas apresentando brevemente a mulher, esta que franziu a testa para o jovem, não era velha, deveria estar na casa dos 35 anos... — Sou Sarah Hatomi... — Concluiu em uma breve voz esquálida, e apenas pela voz poderia se notar que a mulher estava doente...


Por isso, a situação da conversa iria e ficaria com um pouco na indecisão. A mulher olhou para o rosto do rapaz, Darth que percebeu uma mescla de ansiedade e esperança e infelizmente um pouco de… desprezo, muitos não aceitavam ter um anfitriã doente... — O que traz você a minha humilde residencia, shinobi? — Perguntou a empregada, visto que a mulher já estava incomodado com a presença do rapaz, e esta que não parecia ter entendido a implicação de 'minha' na frase da empregada...

[...]
 

Mals a demora, acho que não ficou tão confuso, qualquer coisa me procure por MP :)



Empregada:
HP: 2400/2400
CH: 400/400
ST: 600/600


Sarah Hatomi:
HP: 50/50
CH: 800/800
ST: 50/50



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MensagemAssunto: Re: Distrito Residencial   25/12/2016, 07:43

A partir do exato momento em que Darth adotou uma postura diferente da recomendada, encarando todo o caso como algo além de desempenhar o papel de um arauto, tudo a sua volta tomaria proporções exageradas, afinal a relatividade entre lógica e sensação nem sempre davam em bons frutos, e por mais que o Ravel saiba focar e estruturar-se antes de qualquer ação, erros eram inevitáveis e até justificáveis por si só. 

Há quem diga que o sexto sentido existe, e embora o rapaz seja cético quanto ao tema, ficou em partes temeroso ao notar uma presença mesmo que ao longe levando a visão para si. Poderia ser apenas impressão, mas ele ficou ainda mais encucado quando enfim encontrou o endereço, e talvez por coincidência - ou não - se tratava do mesmo imóvel do olhar que a pouco lhe causava arrepios. Minimamente, ele gravou o que conseguisse da aparência, levando em conta que provavelmente ele morasse com a família Hitomi, era mais que necessário memorizar bem cada elemento envolvido, seja para o bem ou para o mal.

Tudo ocorreu normalmente, até certo ponto. Darth entrara na residência conduzido por uma moça quase da mesma idade que o gennin, essa porém desempenhava o papel de serviçal, ao que tudo indicava. Suave e um pouco desconfiado, sentou no sofá após retirar o chapéu que era posto delicadamente em qualquer espaço que fosse fora do móvel, tudo para evitar que a pouca umidade contida molhasse desnecessariamente a área, uma questão mais de respeito que o momento pedia do que de tradição. Seus lábios se encontravam ressecados por sintoma do clima e ele logo ajeitara o cabelo para trás das orelhas, limpando sua visão inteiramente. Bufou inúmeras vezes em momentos alternados, o tempo que levara até que a verdadeira dona da casa chegasse lhe causou um único sentimento: raiva. Até porque, quanto mais voltas dava o ponteiro, mais ele se tornava inquieto, um verdadeiro turbilhão de ideias rodeavam seu raciocínio, mas logo, todo esse temperamento que estava prestes a aflorar na suas atitudes fora expulso, já que algo de maior relevância aconteceu.

Suas pupilas se dilataram e ambas as sobrancelhas formaram arcos acima dos olhos, sua boca ficou entreaberta a medida que tudo se sucedeu. Fora surpreendido totalmente pela condição da anfitriã, sua aparência era quase como um antônimo a palavra saúde, e a cadeira de rodas só fez com que Darth sentisse, no sentido mais puro da palavra, dó. A situação tomou um outro contraste, quase que de imediato. Toda a atenção estava voltada para Sarah Hatomi, porém a atitude que tomou sua serva, respondendo como se fosse a própria Sarah, fora no mínimo, esquisito. Falar por ela faria sentido se ela não fosse capaz de tal, porém a repreensão no feitio da Hatomi acrescentou uma incógnita na mente do garoto.

"Antes de tudo, meu nome é Darth..." Não envolveu o sobrenome, temendo que sua família respondesse por qualquer coisa que ocorresse naquele momento.

"Primeiramente..." A real da real, era: As pausas representavam uma medida improvisada de ganhar tempo para pensar. Aparentemente doente e já debilitada fisicamente, não era o melhor a se fazer jogar as cartas na mesa com tanta rapidez, sabe-se lá o que poderia ocorrer com ela, um problema mental ou cardíaco era a última coisa que o Ravel queria provocar, três perdas familiares eram mais do que suficientes para abalar alguém, e é como um trecho de uma poesia escrita algum tempo atrás por Darth, a verdade é feia, por isso é necessária que seja amaciada para adentrar melhor os ouvidos. Talvez não fosse com essas palavras, mas a essência e o sentido permaneciam intactos.

Estranhamente, em uma fração de segundo tudo pareceu se conectar. Então, Darth juntou todas as impressões que teve durante toda a chegada com o que de fato ocorreu no momento, e as perspectivas não foram assim tão boas. Antes de tudo, os únicos integrantes da família de Sarah até então eram o trio de falecidos e possivelmente, mas sem garantia, o velho um andar acima. As crianças estavam estudando para se tornarem ninjas, que por sua vez podem representar defesa pessoal/poder. Como uma porta em que se têm a chave, mas só é aberta com o empurrão, todos os argumentos, de alguma forma, iam se interligando. Antes que cresçam e se tornem grandes shinobis(representando assim, um empecilho no caminho de quem os matou), eles foram excluídos da história, deixando assim, Sarah Hitomi indefesa.

"O que tenho a dizer é..." Mais alguns poucos segundos conquistados.

O comportamento de preocupação demonstrado pela empregada ao abrir a porta, de alguma maneira, fazia o Ravel lembrar do velho o fitando antes que ele entrasse, ambos deixavam no ar o pressentimento de estarem fazendo algo de errado. Em palavras que representem melhor, eram como ratos espiando o gato de dentro do minúsculo buraco. Por mais que não devesse ser tão valorizada hoje em dia, não é difícil de pensar de que a casa possa ser almejada. Portanto, seguindo o esquema de ligação, as pessoas com laços mais fortes para Sarah provavelmente eram os assassinados, e eles também podiam ser ligados a defesa dela em um futuro próximo, até então eram poucos componentes que podiam ser culpados, essas eram justamente as mesmas que outrora causaram estranhamento. Tratar a casa como posse, entregou a intenção, mesmo que pequena, da empregada obter interesses com a mesma, ou seja, ela além de ser próxima, também tem todos os requisitos para ser a culpada. Talvez seja somente paranoia da cabeça de Darth, mas antes de dar seguimento a qualquer coisa, ele precisava adquirir uma prova, ou então, se arrependeria de perder a oportunidade.

Engoliu a saliva e respirou fundo, expressando com a feição de calma a notícia.

"Os três estudantes da academia pertencentes a família Hatomi, foram sequestrados recentemente enquanto treinavam, mas antes que eu continue, devo avisar de que não há do que se preocupar, pode ficar tranquila. A informação que tenho é que por pouco não foram decretados em óbito, pois uma tentativa de homicídio sem sucesso fora realizada contra os três não muito tempo depois do sequestro. Bom, não quero atropelar os fatos, então relatarei tudo com mais calma, até aqui tudo bem?"

Dois coelhos com uma cajadada só. Ele desferiu toda sua fala com um tom elevado de voz, a nível que ele julgasse suficiente para que até mesmo um andar acima pudesse escutar. Além de mentir, se esforçando ao máximo para transmitir os acontecimentos sem grandes emoções por parte da anfitriã, se é que era possível, ele também poderia analisar a reação da empregada, se ela ficasse aliviada, a neurose de Darth sobre ela seria completamente excluída, agora se ela demonstrasse qualquer sinal de frustração... Só compactuaria com a teoria do Ravel, de realmente ter alguma culpa. Os decibéis elevados também tinham como objetivo tentar alertar o velho situado logo acima, afinal era outro suspeito em potencial. Ele transpassara o limite ao fazer algo tão arriscado assim, ato que cedo ou tarde poderia levar a sua ruína, mas é difícil que ele voltaria atrás na decisão de tentar desvendar o caso. Como nunca antes, ele ficou atento a todo mísero ruído que pudesse surgir de qualquer ponto da casa, além de avaliar o comportamento das duas mulheres a sua frente. Que mal tem, se todo o descontentamento do rapaz não passasse de um engano, ele poderia simplesmente voltar atrás e dizer o verdadeiro ocorrido, justificando que antes de notificar algo tão crucial ele precisasse ter certeza da condição fisiológica de receber a mensagem por parte de Sarah, e que esse era o seu dever.

"É agora que as máscaras caem." Pensou. Ele não descartava a possibilidade de errar, mas estava confiante o bastante de que nada ali era só má impressão.


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MensagemAssunto: Re: Distrito Residencial   25/12/2016, 10:06

Narração


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A empregada sutilmente moveu seus lábios para responder, mas não tinha certeza do que poderia dizer. Então, para evitar que sua expressão indecisa acabasse sendo vista por qualquer componente daquela sala, decidiu olhar para o chão ocultando o rosto pelos longos fios rosas...

— Onde…? — A breve voz esquálida fora tudo que escutou, tomou mais algum tempo apenas para completar a frase. — Onde eles estão? —

Sarah, sem ter mais o que fazer deixou uma expressão de uma tristeza infindável, Darth com um pressentimento estranho crescendo em seu peito, ainda se mantinha atento a expressão da empregada, então, deveria confiar em sua suspeita...

Decidindo isso, sabia que o momento para ficar perdido em pensamentos já havia se passado, pois logo à frente estava outra imponente prova, a empregada voltava a olhar para o Shinobi em uma simples pergunta. — Eles estão bem? — Qualquer meio de identificar o menor dos sentimentos fora anulada pela expressão, preocupada? A não ser pela breve menção em pousa a mão ao ombro de sua senhora isto fora o máximo que o shinobi identificou.


Alguns poderiam supor que tudo aquilo era loucura, mas Darth sentia que podia juntar cada pequena informação dando uma conclusão para o assassinato. A unica coisa que faltava, era, como? Detinha força para proteger a quem era indefesa e garantir sua segurança e expor seus pensamentos, ou tornaria a se calar? Havia mais de um problema, agora que reconhecia que a mulher estava praticamente sozinha sendo cuidado pela principal suspeita seria sábio acusar a unica que cuidava da invalida?

A mulher ergueu a mão para o lado, pedindo algum tipo de apoio da empregada. Neste breve gesto, a garota e o garoto se encaravam por um breve instante, pois seja leal com teu inimigo para que não te acuse de desonestidade.





Empregada:
HP: 2400/2400
CH: 400/400
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Sarah Hatomi:
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MensagemAssunto: Re: Distrito Residencial   25/12/2016, 19:32

Frustrante.

Ele esperava que sua ação desse mais frutos e indícios, mas nenhuma movimentação de outra pessoa no andar de cima e nem mesmo nada que entregue a real intenção da empregada. Seria um exagero de Darth? Sendo ou não, a mentira quanto aos estudantes acabara por obriga-lo a seguir em frente por mais um tempo, ainda que perigoso.

"Digamos que a situação ainda é uma incógnita, não posso afirmar que eles estão bem, mas sim que ainda estão vivos, de alguma maneira." Por mais que algo em si diga que era errado continuar apostando na mentira, involuntariamente ele deu procedimento a ideia. "Quero que a senhora, Sarah Hitomi, me repasse algumas informações, todas com a finalidade de ajudar a você e a sua família." Uma breve pausa. "Repito, peço para que somente você, Sarah, me responda." Abusou da autoridade na voz.

"Preciso que me deixe a par de como era o relacionamento de Sena, Umu e Bak quanto a vivência nesta casa, não é necessário informar situações pessoais, caso for incomodo. Somente a maneira a qual interagiam com a senhora, essa moça dos fios rosados, e qualquer outra pessoa que viva com vossa senhoria." O primeiro inquérito serviria não somente para descobrir alguma desavença cotidiana da casa, mas também quem mais vivia ali, já que nada podia garantir que o velho tivesse alguma ligação com a família, pelo menos até então.

Se fosse necessário, reservaria um tempo para a primeira resposta, do contrário, somente acumularia mais perguntas, que seriam feitas de qualquer maneira.


"Notei que a senhora não parece ter sido pega de surpresa, conhece alguém ou algo que possa, por interesse ou outro fim, realizar o sequestro? Há algo de que possa me contar? Alguma anormalidade nos dias recentes? Só lembrando que não quero pressiona-la, não a forcarei a nada, sinta-se a vontade para relatar o que quiser, afinal, só estamos nós aqui, não há o que temer, né?" Se a empregada tivesse um real envolvimento, é óbvio que depois dessa ela entenderia a ironia quanto a frase de Darth.

"Antes que eu tome muito do seu tempo, vamos a última pergunta. Você pode me dizer, com sinceridade, que confia nas pessoas ao seu redor?" O velocímetro estourou. Já estava feita e não havia como voltar atrás, uma das especialidades do gennin era de provocar reações meticulosamente afim de fazer uma leitura corporal para decifrar o pensamento humano, mas nessa ele foi além dos limites, podendo por tudo abaixo. Era impossível que nenhuma das duas ficassem estranhadas quanto a essa pergunta, que poderia levar a uma resposta útil, Sarah não havia motivos para esconder nada já que se tratavam de parentes e geralmente o sentimento fala mais alto, isso é, ao menos que algo a impeça de se expressar.

Era a última cartada, se tratando desse propósito. Se não conseguisse avanços, Darth contaria a verdade e finalizaria a missão como descrita no pergaminho, cumprindo com suas obrigações e retornando o quanto antes para resgatar sua recompensa. Sua feição demonstrava alguém completamente autoritário e que sabia exatamente o que estava fazendo, mas algo que não era visto, era que por baixo do sobretudo, uma das mãos do Ravel cautelosamente se moviam até a região onde o coldre de armas estava localizado, de prontidão para se defender caso fosse preciso. Embora quisesse, a neurose não iria embora tão cedo.

"Veremos se a cobra atacará para defender seu território, ou melhor... Sua moral. To afim de encher um frasco de veneno hoje!" Matutou, não percebendo o quão insano estava ruminando.


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MensagemAssunto: Re: Distrito Residencial   26/12/2016, 16:28

Narração


Tempo:nublado, Chuviscando. Frio.
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A empregada encarou o rapaz erguendo o maxilar inquirindo uma resposta silenciosa, sua expressão rígida e infeliz com aquilo transpareceu por breves instantes. "Quem você pensa que é, seu bostinha? ". Mas pareceu consentir em permanecer quieta, não havia motivos para levantar suspeitas agora... Sarah demorou um pouco absorvendo as perguntas, então respondeu na medida em que sua voz acompanhasse o raciocínio, mas mente já podia sentir o sono voltando...

— Um més atras.  Apos o meu estador se agravar, não consegui mais manter a administração da casa. Por isso deixei nas mãos de Harumi...  Ela esta na família desde pequenininha... — Um breve menear do rosto se referindo a empregada. —  Com meus filhos ela sempre fora madura e responsável, quase como uma irmã mais velha, desde que aconteceu... Cuidando de mim e dos meus filhos... mas os empregados começaram a ir embora, dizendo que alguns mudavam de maneira drásticas. A criadagem sempre fora bem unida... Realmente não entendo essas superstição... — Forçou os olhos tentando se manter focada, estava tão cansada ultimamente...

Ao que parecia o sua doença era algo recente, embora ela não tivesse comentado explicitamente... A empregada parecia entendiada ao escutar aquilo... Mas mantinha o olhar de esguelha para a mulher — Meu marido morreu nesta mesma época, então adoeci, acho que é tristeza. Ele não era um ninja, mas havia sido treinado em sua juventude... E meio que sempre ficou obcecado por nunca ter seguido por este caminho... E a esta vontade fora herdade pelos meus filhos... —

Em uma especie de Insight ela comentou algo que achava muito estranho. — Harumi mudou um pouco, não sorrir mais como fazia, sabe? Ela mudou muito em apenas dois dias, sinto falta disso. —


A empregada levou a mão até o ombro da mulher e comentou. — Realmente... — Comentou entre um meio sorriso,  para ela não havia mais como prolonga mais a transformação, estava tão próxima para o ultimo passo, mas não havia problema... A mulher na cadeira de rodas adormeceu assim que o toque fora feito, nisso ela voltou a olhar para o rapaz com uma inocência diabólica. — Mais alguma coisa para perguntar? — A sede de sangue fora algo terrivelmente bruto, um simples aviso. " Escutou demais..."

— Pode me chamar de Kedōin... — Concluiu brevemente, o ser a sua frente tinha toda calma e certeza do mundo, mesmo matando poderia forja muito bem um acidente, já havia feito antes, com o marido e os empregados. Embora o métodos utilizados pela entidade fosse uma incógnita, ele apenas sabia que apos avaliar o genin que poderia, sim resolver tudo e terminar o serviço de modo eficiente como sempre fizera...



Harumi?? Kedōin:
HP: 2400/2400
CH: 350/400
ST: 600/600


Sarah Hatomi:
HP: 50/50
CH: 800/800
ST: 50/50


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